Aproveitando o sucesso do nosso último meetup (que foi DUCA!*) e a relevância do tema principal e decidimos trazer mais exemplos de startups que pivotaram ao longo do caminho e que hoje são sinônimo de empresas bem sucedidas.

 

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Startup Sorocaba: o 7 Meetup do Startup Sorocaba foi DUCA!*

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Startup Sorocaba: o 7 Meetup do Startup Sorocaba foi DUCA!*

 

Mas antes disso vamos para alguns recadinhos importantes:

  1. Se você ainda quer saber como foi o #7 Meetup do Startup Sorocaba veja a cobertura completa neste link e neste outro também com a cobertura oficial da Carttô Produções;
  2. Acesse as palestras do Davi Paunovic (SEBRAE) e do Sidney Haddad da startup Myvillage;
  3. Programe-se para o nosso novo meetup em Janeiro de 2016. Acompanhem todas as novidades aqui.

Agora sim. Vamos lá para nosso tema principal. Lembre-se: Update or Die! 

 

 

A maioria das startups cometem suicídio e não homicídio

 

Startup Sorocaba: a maioria das startups cometem suicídio e não homicídio

 

E embora pareça alarmante, essa é a frase que melhor revela a realidade das startups no Brasil e no mundo (separe um tempinho para ler as “autópsias“). Ainda que sejam consideradas como negócios disruptivos, muitas startups ainda cometem alguns erros comuns às empresas mais tradicionais. O mercado e os consumidores exercem grande influência no ciclo de existência de uma startup, no entanto, as maiores causas de fracasso estão associadas a “erros grosseiros de gestão” que poderiam ter sido corrigidos e foram negligenciados como: investir em algo que ninguém deseja, não ter nenhuma ideia sobre o modelo de negócios, etc.

Para ser uma startup é preciso pensar e agir como uma (isso não deve impedir é claro o desejo de se tornar uma empresa global, por exemplo, mas o que minimamente se espera é que a startup esteja preparada para as pequenas e grandes oportunidades).

 

Update (pivote) or Die

 

Mas na prática o que isso quer dizer?

Simples: que não há problema algum em iniciar algo e descobrir que ele não dará certo, afinal, uma experiência pode ou não dar certo, não é mesmo? Você sabia, por exemplo, que pelo menos 2/3 das startups atuais mudaram seus projetos iniciais? Sim, antes de “acertarem a mão” definitivamente, elas tentaram inúmeras vezes, falharam rapidamente e aprenderam com isso. O maior “erro”, portanto, não está nas tentativas ainda tidas como frustradas por muitos empreendedores, mas sim em falhar tardiamente, depois de já ter gasto dinheiro, tempo e tudo mais que se possa imaginar.

 

Pivotar é preciso

 

Na famosa gíria das startups um pivô é um tipo específico de mudança, projetado para testar uma nova hipótese a respeito do produto, modelo de negócios e do motor de crescimento (saiba mais sobre esses termos acessando também o nosso Dicionário de Startups).

Mas atenção para duas dicas essenciais que irão garantir o sucesso da sua startup: 1) é preciso tomar cuidado para não tomar decisões antecipadas e sair por aí pivotando o negócio ao primeiro sinal de dificuldade; 2) Pivotar não significa apenas mudar o produto.

Um pivô pode significar que você mudou seu segmento de clientes, seu canal, modelo de receitas/preços, recursos, atividades, custos, parceiros, aquisição de clientes. Startups que pivotarem apenas o produto vão limitar suas decisões estratégicas.

 

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Startup Sorocaba: Update (pivote) or Die

 

10 tipos de pivôs mais comuns

 

Saiba agora quais são os tipos de pivô que você pode adotar em sua startup, para fazer o seu negócio dar certo:

 

  1. Aumentar o zoom: transformar o que antes era apenas uma parte do seu produto ou serviço no cerne da sua empresa;
  2. Diminuir o zoom: É o movimento contrário, ou seja, transformar todo o seu produto em uma funcionalidade ou parte de algo novo e geralmente maior;
  3. Segmento de clientes: O problema existe e seu produto ou serviço pode ajudar a solucioná-lo, mas será preciso adaptá-los a um público-alvo diferente do que havia sido previsto anteriormente;
  4. Necessidade do cliente: Mudança em um produto que não atende ao desejo do cliente para algo que ele valorize. Aqui vale a ressalva de que nem sempre apenas o reposicionamento do produto será suficiente;
  5. Plataforma: É a mudança da forma em que o serviço é oferecido: o que antes foi pensado como um site pode funcionar melhor como um aplicativo para celular e tablet (e vice-versa);
  6. Modelo de negócios: Fazer com que o que era pensado como um negócio B2B, ou seja, para empresas, seja agora voltado para o consumidor final e vice-versa;
  7. Captação de valor: É a modificação da estratégia de geração de receita ou de faturamento do negócio;
  8. Motor de crescimento: Usar alternativas para a divulgação do produto às vezes, o que foi visto como algo que irá gerar divulgação espontânea precisa de outro método de marketing, como propagandas. Aqui se faz a opção por uma estratégia que busque o crescimento mais rápido ou mais lucrativo;
  9. Canal de distribuição: Quando a mudança ocorre na logística de entrega do produto (venda direta, por intermediários, etc). Esse pivô irá impactar diretamente nos custos da sua startup;
  10. Tecnologia:É a mudança na tecnologia utilizada para tornar o negócio mais competitivo. Esse pivô é mais comuns em startups já estabelecidas, ou seja, quando de fato há um histórico que permita comparar custo x eficiência.

 

Agora você não tem mais justificativa para não mudar o rumo da sua startup – a menos é claro que você opte por abandonar a ideia e decida recomeçar do zero e de outra forma.

Não deixe de acompanhar também o Startup Sorocaba e a sequência desse post onde falaremos sobre “As 10 startups que pivotaram (e deram certo)”. 

Update (pivote) or Die!

 


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