Quando desejamos ser empreendedores, a expectativa de nos tornarmos nosso próprio patrão, aplicar esforços e investir em nosso próprio negócio é muito emocionante!

 

Se você está considerando se tornar um empreendedor, provavelmente já leu ou ouviu diversas histórias de empresas que se tornaram um grande sucesso da noite para o dia e até de outros empreendedores que finalmente se sentiram felizes e satisfeitos com o trabalho que estavam desempenhando em suas próprias empresas. Flexibilidade, motivação e desafio, para não citar outros, são verdadeiros elementos do empreendedorismo e que fazem toda batalha valer à pena! Mas é preciso lembrar que é pouco provável que você experimente o mesmo nível de sucesso e realização logo nas primeiras semanas ou meses da sua jornada empreendedora e que o “sucesso instantâneo” é, na verdade, resultado de um trabalho exaustivo, de tentativas e também de erros.

Então, a minha dica é para que comece a sua jornada empreendedora morando a expectativas. Leia as 7 verdades que ninguém nunca te contou sobre se tornar um empreendedor:

 

1.Você não vai ganhar dinheiro imediatamente

Nem sempre é preciso de muito dinheiro para iniciar um negócio. Dependendo do nicho, o investimento pode ser mínimo. No entanto, para a maioria das empresas, os primeiros anos de operação geram mais custos do que lucros e, como resultado, é possível que você não receba um salário durante vários meses. Por isso, é preciso se planejar com antecedência e, assim, poder contar com suas economias pessoais para suprir suas despesas básicas de vida.

 

2. Sua vida pessoal será impactada

Muitas vezes você precisará trabalhar por longas horas, em alguns casos em casa e até mesmo ficar de plantão durante a noite ou aos finais de semana para solucionar imprevistos relativos ao seu negócio. Também é possível que enfrente um período de estresse com a nova realidade financeira e poderá se distrair constantemente pensando nos assuntos da empresa. Isso significa que é preciso maturidade para lidar com os impactos desse novo cenário.

 

3. Você não fará somente coisas que ama

Como CEO da empresa você terá que desempenhar diversas funções ao mesmo tempo. Certamente você fará algo que realmente ama, mas em determinados momentos, também será o administrador, o técnico, o supervisor, o gerente de RH e o vendedor. Por mais que esteja animado para desempenhar todas estas funções, com o passar do tempo, isso poderá desgastá-lo e desanimá-lo.

 

4. Você vai ter que lidar com as suas emoções

Você passará por altos e baixos, é normal. Haverá momentos em que se sentirá feliz e motivado e outros em que se sentirá desanimado, frustrado e inseguro. Lembre-se que sua produtividade e sua tomada de decisão não devem ser influenciadas por suas emoções. Afinal de contas, você não deseja colocar o futuro da sua empresa em risco por conta de um período de estresse, certo? Por isso, considere investir no autodesenvolvimento e aprender a lidar de maneira inteligente com essas oscilações emocionais.

 

5. Nada irá acontecer da maneira que você pensa

O planejamento é muito importante para o sucesso do seu negócio. Mas não importa o quanto tenha detalhado os primeiros passos necessários para sua empresa ou o quanto tenha pesquisado o mercado, é impossível prever todas as coisas. Portanto, como empreendedor, você será obrigado a se adaptar e levar em consideração que, para obter sucesso, nem sempre poderá fazer as coisas do seu jeito.

 

6. Você terá que tomar decisões difíceis

Como dono da empresa, você será o principal responsável pela tomada de decisão e, durante todo seu mandato, você terá que tomar decisões difíceis, que muitas vezes envolverão alto nível de estresse. Você terá que mudar a direção da sua empresa. Você terá que se separar de sócios ou parceiros. Você terá que demitir pessoas.  Essas decisões nunca são fáceis, mas têm de ser tomadas e um empreendedor deve aprender a lidar com essa responsabilidade.

 

 7. Você irá falhar

É preciso lidar com o fato de que toda sua empresa pode falir. Mesmo que isso não aconteça, sempre haverá uma ou outra falha, grande ou pequena, que poderá impactar seus planos e comprometer sua visão para o negócio. A falha é inevitável e essencial, faz parte do empreendedorismo. Embora os empresários, mesmo os de primeira viagem, tenham consciência disso, raramente as falhas são aceitas com facilidade. O fracasso é um elemento presente e pode ser ainda mais assustador quando é você quem está no comando do negócio. No entanto, a habilidade de superar o fracasso e dar a volta por cima é o que separa aqueles que alcançaram o sucesso do restante.

 

Talvez estas verdades não pareçam muito animadoras, mas calma, meu jovem padawan, ao contrário do que você pode estar pensando, não estou tentando desencorajá-lo. Pelo contrário, o caminho do empreendedorismo é (e sempre deve ser) emocionante e extremamente recompensador para qualquer pessoa que o escolher. A minha intenção é ajudar você, parte de uma nova geração de empreendedores a se preparar para a realidade (às vezes dura) das empresas e, assim, compreender melhor os obstáculos que enfrentarão. Dessa maneira, estarão melhor preparados para a incrível e surpreendente jornada do empreendedorismo.

 

E o que você acha? Tem algo para acrescentar a essa lista? Compartilhe com a gente!

 


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Evento vai reunir mulheres com ideias empreendedoras no calendário do “Outubro Rosa”

 

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54h no Talk, all action. Da ideia ao negócio! Participem do Startup Weekend Women São Paulo!

Um dos melhores eventos de empreendedorismo digital inova mais uma vez e prepara uma edição especial para mulheres. A proposta surgiu para fomentar o empreendedorismo e a participação feminina no ambiente dos negócios. O evento irá integrar o calendário do “Outubro Rosa”, campanha nacionalmente conhecida, criada para despertar atenção do sexo feminino no combate e prevenção do câncer de mama. A edição do Startup Weekend Women acontecerá entre os dias 2 e 4 de outubro, com foco no desenvolvimento de ideias nas áreas de tecnologia e inovação.

O Startup Weekend Women é uma edição especial do já tradicional evento da TechStars, que tem como público-alvo essencialmente mulheres, sejam elas estudantes, empreendedoras, empresárias, desenvolvedoras ou designers. A intenção é se reunir para compartilhar ideias, formar equipes, construir produtos e propor soluções inovadoras. Esta edição contará com mentoras renomadas nas áreas de marketing, negócios e tecnologia, com a proposta de oferecer as participantes uma experiência única, aprendizado e networking.

As participantes terão 54 horas para desenvolverem suas ideias e transformá-las em um negócio. Todas são encorajadas a ter boas ideias, validá-las, construir um modelo de negócios, desenvolver um protótipo e realizar uma apresentação para uma banca avaliadora. “A gente espera que o evento venha a engrandecer o empreendedorismo digital no nosso país e que as mulheres ganhem mais espaço nos negócios”, afirma uma das organizadoras do evento, Rayanny Nunes.

A estimativa de público do evento é de 600 mulheres, com perfis na área de tecnologia, negócios, marketing e design. O Startup Weekend Women é patrocinado por empresas e instituições locais que acreditam no potencial empreendedor das mulheres.

O Startup Weekend é um evento mundial realizado em mais de 135 países, com 3.457 eventos realizados em 1.020 cidades do mundo, mais de 8 mil startups criadas e mais de 200 mil participantes – sempre com uma temática única em cada edição. Nesta, serão realizados seis eventos simultâneos em quatro regiões do Brasil, as cidades escolhidas para sediarem os eventos foram Rio de Janeiro e São Paulo (Sudeste), Porto Alegre (Sul), Recife (Nordeste) e Belém (Norte).

Estamos muito felizes em poder fazer parte da equipe nacional, contribuindo para a organização da edição de São Paulo e esperamos todos(as) vocês lá!

 

Garanta já a sua participação no Startup Weekend Women São Paulo

 

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Startup Weekend Women São Paulo

 

Para participar da edição em São Paulo que ocorrerá na Estácio (unidade Conceição) acesse agora mesmo o site e garanta seu ingresso clicando no botão abaixoAs vagas são limitadíssimas! 

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Confira também algumas fotos da edição que ocorreu no ano passado que foi um enorme sucesso.

 

Startup Weekend Women São Paulo - primeira edição (2014)

Startup Weekend Women São Paulo – primeira edição (2014)

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Startup Weekend Women São Paulo – primeira edição (2014)

As vendas do primeiro lote já foram iniciadas e vão somente até o dia 15/09. Garanta já o seu ingresso com preço promocional (clique aqui) ou no botão abaixo.

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Sobre o Startup Weekend

 

Startup Weekend é o maior evento de startups no mundo e consiste em um final de semana intensivo que reúne profissionais de várias áreas – gestão, comunicação, marketing, tecnologia – para criarem protótipos de empresas ou projetos em apenas 54 horas. O evento é reconhecido por gerar bons frutos para os negócios digitais nas cidades por onde passa, além de ser potencial fornecedor de mão-de-obra para empresas locais.

O evento tem um formato pré-defino e começa na sexta-feira com uma apresentação (pitch) de ideias de 60 segundos, em seguida são escolhidas as melhores, por uma comissão julgadora e as equipes começam a se formar. A equipe passa o sábado e parte do domingo, focados em desenvolver e validar suas idéias. Para tanto, constroem protótipos e são acompanhados por mentores experientes. Ao final do terceiro dia de evento será concedida a premiação das três melhores ideias selecionadas, através da banca avaliadora responsável por julgar as apresentações.


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Alguma vez você já parou para se perguntar: O que é qualidade?? Não estou falando somente de qualidade de software, mas qualidade em geral. Nessas horas você pode estar pensando: “que pergunta mais idiota! É óbvio que qualidade é aquilo que é bom!!”. Porém, se você parar um pouco para pensar, quando conversamos com outras pessoas podemos perceber que nem sempre o que é bom para elas, também é bom para a gente.

 

Não precisamos fazer muito esforço para pensarmos num exemplo onde isso é claramente percebido: na famosa disputa entre iPhone e Samsung Galaxy. O que pode também te levar a pensar: “não vou nem perder o meu tempo, é óbvio que o Galaxy é mil vezes melhor que o iPhone já que no Galaxy eu consigo fazer inúmeras coisas que o iPhone me bloqueia.” Ou então, “o iPhone dá de mil no Galaxy já começando pelo seu design e qualidade de imagem e fotos e, além disso, ele não trava o tempo todo!” Enfim, existem características que te levarão a concluir o que você prefere, o que você acha que é melhor, ou seja, o que tem mais qualidade para você!

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Para piorar, no mundo da tecnologia, falando mais especificamente de software, as opções são inúmeras o que dificulta mais ainda a escolha do cliente. Mas o que os novos empreendedores, donos de empresas pequenas e StartUps não param para pensar é que muitas vezes os clientes escolhem o que é menos pior para eles. Afinal, quantas vezes não ouvimos alguém comentando que comprou um determinado produto que tem diversas funcionalidades por causa de apenas uma que atendia a sua necessidade?!

Mas por quê ao invés de fornecermos o “menos pior” não focamos no melhor? Ao invés de focarmos em várias funcionalidades diferentes, não gastamos nossos recursos naquelas que realmente rendem alguma coisa? E como fazer isso?

 

Como vocês podem ver medir a qualidade de algum produto não é uma tarefa fácil já que é um conceito muito subjetivo, mas tentarei ajudar com algumas dicas de como você pode começar a percebê-la utilizando números, ou seja, métricas. E para isso, fui obrigada a recorrer ao meu TCC no qual uma frase se destacou: “Tratando-se de qualidade existem três aspectos fundamentais que devem ser levados em consideração: as pessoas, tecnologia e gerenciamento.”

 

Esta frase isoladamente pode não fazer muito sentido, mas vou focar nos três aspectos e tentar traduzi-los de uma forma mais prática para que você possa utilizá-la no seu dia-a-dia. Começando pelo primeiro item e acredito que o mais difícil: pessoas. Quando leio pessoas nesta frase, leio clientes. E quando penso em clientes, a logo associo a  “Requisitos de Software“! Posteriormente farei mais um post exclusivo dando mais dicas práticas de como utilizá-los.

Já a tecnologia faz referência a ferramentas e recursos tecnológicos que você irá utilizar para auxiliar durante todo o seu desenvolvimento: desde o computador até, por exemplo, uma ferramenta de gerenciamento de requisitos gratuita, além da tecnologia em si que está sendo desenvolvida. Também farei um post dando dicas de quais ferramentas você pode utilizar para melhorar a sua gestão de qualidade. E, por fim, gerenciamento!  O gerenciamento vem através da definição de métricas de acompanhamento e como utilizá-las para aumentar a qualidade de seu produto já que não adianta apenas medir os valores sem utilizá-los.

 

Trazendo um pouco mais para o mundo Startup: o Lean Startup fala bastante sobre evitar o desperdício de dinheiro, tempo de trabalho e recursos! E por isso nele é pregado o constante feedback dos clientes, afinal, são eles que podem te dizer o que mais gostaram ou detestaram no produto! É possível perceber então, que a qualidade está diretamente ligada às necessidades do usuário! Ela é totalmente relativa e você deve sempre se perguntar e entender até que ponto o seu cliente consegue lidar com os problemas encontrados no software?

métricas-digitais

 

Outro ponto fundamental tanto para a Engenharia de Software tradicional como para o Lean Startup são as métricas! São elas que irão te direcionar e dar base para a tomada de decisão: devo pivotar ou continuar? É com elas que você tem as informações necessárias para medir o aprendizado obtido durante um ciclo de desenvolvimento avaliando o impacto gerado nos seus clientes. Entendeu? Não?! Calma! Em outros posts nós iremos ajudá-los a entender melhor sobre o mundo de desenvolvimento de software em Startups!

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Pensando em diversos assuntos que poderia abordar aqui resolvi começar do inicio: Requisitos!!!! Muitos sabem o que são, mas nem todos entendem sua importância, a grande maioria acha perda de tempo. Mas neste post vou tentar explicar um pouco sobre sua importância com o intuito de convencê-los de que não é perda de tempo.

Geralmente, quando começamos a desenvolver um software idealizamos como ele deveria ser de acordo com as nossas expectativas e logo começamos a desenvolvê-lo, mas será que fazer desta forma traz somente benefícios? Bom, vamos entender primeiro o que é um requisito de software: de forma prática não é nada mais nada menos do que entender as necessidades do cliente e traduzí-las para um sistema, ou seja, para o software.

Não vou entrar muito nos detalhes de como desenvolver um requisito, até porque com uma simples busca no google você consegue descobrir como começar a utilizá-los. Quero apenas convencê-los de sua importância e a diferença que ele poderá trazer para o seu produto final. Mas de qualquer forma aqui está um link que você pode acessar para obter mais detalhes: Engenharia de Requisitos. Neste link você vai encontrar uma explicação mais detalhada sobre Engenharia de Requisitos mostrando seus conceitos, como utilizá-los, etc. Mas lembre-se todo processo deve ser adequado para a sua empresa, então comece com um passo menor: entendendo o que são requisitos e a escrevê-los de uma forma que vá te ajudar, com o tempo vocês irão evoluindo para algo mais robusto que necessitará de um processo mais complexo.

Voltando a importância dos requisitos vocês devem estar pensando “legal, mas por quê devo utilizá-los?”. Como eu havia dito anteriormente os requisitos são a tradução das necessidades do cliente para a descrição de um sistema que você pode desenvolver. Desta forma, ao entendermos a necessidade dos nossos futuros e/ou atuais clientes as chances de acertar no produto final aumenta, evitando com que tenhamos que fazer um re-trabalho quando começarmos a interagir melhor com nossos clientes.

Quantas versões de software você já teve que desenvolver até conseguir atrair o maior número possível de pessoas interessadas? Este tempo gasto em re-trabalho poderia facilmente ser usado para elaboração de  uma funcionalidade nova para o seu sistema ou até uma nova ferramenta para atingir um público diferente.

É comum ao desenvolvermos um software não nos incluirmos no público alvo, em algumas situações isso realmente não acontece. A melhor abordagem para levantar requisitos de uma Startup é conversar primeiro com o seu público alvo! Porém nem sempre é fácil de fazê-lo, e muitas vezes o cliente para começar a conversar precisa ter algum protótipo para entender do que se trata. Para esses casos,  ao desenvolvermos alguma coisa nova podemos pensar: essa necessidade que observamos foi para suprir problemas que enfrentamos no dia-a-dia? Neste caso, que tal juntar todos envolvidos no desenvolvimento e fazer um brainstorming das funcionalidades que a ferramenta deverá ter? Começar a escrevê-las e depois detalhar para requisitos de sistema?

Agora você pode pensar “ah, eu faço isso de cabeça, não preciso escrever!”. O que eu posso te dizer é que escrever os requisitos irá te ajudar posteriormente no final do processo, onde alguém irá realizar testes com base nesses requisitos, afinal o papel dos testes é assegurar que o produto final terá qualidade o suficiente para seu cliente. Além disso, também irá te ajudar no gerenciamento conforme a sua empresa for crescendo e seu quadro de funcionários aumentar!

Se você acha que qualidade é apenas um software livre de bugs (o que não existe) e que com apenas alguns testes aleatórios conseguirei garantir 100% da qualidade do software desenvolvido, nos próximos posts falarei um pouco sobre o que é qualidade e o papel do time de testes e SQA dentro da engenharia de software. Mas já para dar uma introdução ao assunto você já pensou o que é qualidade para você? Quais produtos você considera bons e a razão de os preferir? Então pense e comente com outras pessoas, você perceberá que qualidade é algo muito mais subjetivo do que objetivo. E como medí-la? Tentarei dar dicas para poder te auxiliar, mas pode ter certeza que a dica de hoje é uma das mais importantes.

São muitos os desafios encontrados por empreendedores no momento de montar uma Startup, mas utilizando algumas técnicas de engenharia de software (calma, até Lean Startup é um processo :)) alguns desses desafios podem ser amenizados e o fluxo de trabalho ficar muito mais simples, prático e eficiente!

Lembrem-se sempre que até Metodologias Ágeis constituem num processo de desenvolvimento! E a forma que você irá incorporar as melhores práticas desses processos na sua Startup deve ser de acordo com suas necessidades! Algumas coisas podem não ter sentido nenhum em utilizá-las, porém outras são fundamentais para o sucesso do seu produto! E requisitos é uma dessas coisas essenciais para o desenvolvimento do seu projeto!


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No post Startup: você sabe o que é? falamos que toda startup tem como principal característica um negócio repetível e escalável.

Assim, o modelo de negócios de uma startup deve considerar como a empresa criará valor para os clientes (ou seja, qual será a sua estratégia, operação e modelo econômico) e acima de tudo, como o negócio realmente será passível de repetição e escalonamento já que, de nada adiantará você encontrar um modelo que só funcione para um pequeno grupo de pessoas.   

E porque saber isso é tão importante?

Ora, se você como empreendedor, não souber (ou pelo menos estimar) o potencial de crescimento do seu próprio negócio será muito mais difícil dar continuidade a sua ideia. Concorda?

Além disso, saiba que esse é um dos principais pontos avaliados por um investidor anjo e se nem mesmo você estiver certo do seu futuro ou das chances de sucesso, provavelmente é porque a ideia não valerá a pena. 

 

O que é escalabilidade?

 

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Sua ideia é uma ideia escalável?

 

O conceito deriva do termo nativo produção de escala, onde se pode produzir repetidamente algo em grande quantidade e com ganho de produtividade.

São modelos de negócios que podem ser replicados sem demandar recursos na mesma proporção do seu crescimento, ou seja, que permitem atender um maior número de pessoas ou fabricar um maior número de produtos sem necessariamente alterar sua estrutura inicial. 

A escalabilidade está diretamente relacionada à capacidade do seu negócio de atender um número crescentes de clientes, sem aumentar seus custos. Assim, para ter uma ideia escalável você deve sempre avaliar se para o seu desenvolvimento (crescimento) será necessário algum investimento de capital financeiro e/ou humano na mesma proporção.

 

Como ser escalável?

 

Para isso é importante que sua startup já tenha o chamado product/market fit, ou seja, já tenha identificado uma necessidade no mercado e lançado um produto que possa suprí-la. Acredeite: decidir tornar seu negócio escalável antes disso é apenas desperdício.

Assim, de forma muito simples, você saberá se tem/terá uma ideia ou negócio escalonáveis se eles são/forem:

  1. Ensináveis: se todos os processos internos podem ser explicados facilmente para todos os colaboradores e os objetivos da sua startup são claros e tangíveis, o negócio pode ser expandido. 
  2. Únicos: sua proposta de valor deve ser única e quando possível exclusiva. Isso garantirá uma maior demanda para o seu negócio.
  3. Repetíveis: um “modelo de produção” que funciona e pode ser repetível, ou seja, ampliável indica que há mercado e áreas para expansão da startup.

 

Alguns exemplos de produtos escaláveis são: softwares, downloads.

 

Por que é importante ser escalável?

 

É preciso lembrar que as empresas sempre terão os custos operacionais, mas as empresas escaláveis tentam manter os seus custos variáveis ou os custos incorridos com cada cliente adquirido, a um nível baixo. Logo, se a sua empresa segue um modelo escalável, o custo por cliente não vai aumentar, mesmo se você ganhar 100 clientes durante a noite.

Portanto, ser escalável significa que a sua empresa pode ser expandida potencialmente (sem limites) o que é mais do que desejável e esperado de um empreendedor que já sabe aonde a sua empresa pode chegar!

Então, a sua ideia ou o seu negócio são escaláveis? 


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O termo startup pode ser e é facilmente associado ao empreendedorismo e à inovação e geralmente remete a empresas como Google, Apple e outras que hoje são referências em seu mercado de atuação.

 

Mas, você sabe o que é uma startup?

 

O termo muito comum nos EUA, se popularizou aqui no país durante o advento da bolha da internet ou bolha das empresas ponto (bolha especulativa caracterizada por uma alta das ações das novas empresas de tecnologia de informação e comunicação – TIC, no final da década de 90). Nesse fenômeno o preço de um ativo cresce aceleradamente em função apenas da especulação e no momento em que os especuladores começam a vender os ativos adquiridos para de fato gerarem lucro, as bolhas estouram.

Nesse contexto, startups eram definidas como um grupo de pessoas trabalhando a partir de uma ideia inovadora que, poderia ou não dar certo. O termo também era associado a empresas recentes, em fase de funcionamento.

 

Afinal, você sabe o que é uma Startup?

Afinal, você sabe o que é uma Startup?

 

Provavelmente você já viu e ouviu por aí inúmeras definições do que é uma startup. Alguns dizem que qualquer empresa jovem, em fase embrionária ou ainda em fase de constituição, implementação e organização de suas operações pode ser considerada uma startup. Outros defendem que é uma empresa com custos de manutenção muitos baixos, mas que ainda assim consegue crescer rapidamente e gerar lucros incrementais – sendo, portanto, sustentável por um período de tempo superior.

No entanto, uma recente definição parece ter agradado tanto startuppers quanto investidores é:

 

“Uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando com condições de extrema incerteza”.

 

Atuar em um ambiente de incerteza é cenário comum não apenas as startups, mas a todas as organizações que integram o ecossistema empreendedor, entretanto, encontrar um modelo de negócios que seja repetível e escalável confere as startups vantagem competitiva e estratégica.

Mas o que é necessário para um negócio ser repetível e escalável?

Ser repetível como o próprio nome sugere é ter a capacidade de entregar o mesmo produto ou serviço em escala potencialmente ilimitada (considerando poucas customizações ou adaptações). Você pode, por exemplo, vender a mesma unidade do produto várias vezes.

Ser escalável é ter a capacidade de crescer cada vez mais sem que isso impacte diretamente no modelo de negócios, ou seja, incrementar a receita sem necessariamente inflar os custos, até atingir um patamar em que a ordem receita x custo seja inversamente proporcional, garantindo uma margem cada vez maior.

 

O que não são startups…

 

Já que vimos qual é a definição de uma startup, é bom que fique bem claro também o que não é. Portanto, startups NÃO são… 

 

  • Somente negócios que atuam na internet…
  • Somente negócios que atuam diretamente com tecnologia…
  • Somente negócios que desenvolvem aplicativos…
  • Empreendimento franqueado… (ah, uma franquia não é uma startup mesmo!).

 

E você já tem um modelo de negócios definido? Já é dono de uma startup? Divida sua experiência conosco.


 

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