Para atingir novos degraus em sua carreira, o desenvolvimento de habilidades como liderança, capacidade de trabalho em equipe e gerenciamento do tempo são essenciais. Se você aspira tornar-se um empreendedor ou um CEO de uma grande empresa, deve definir suas metas e trabalhar ativamente para tornar-se um líder forte.
Vou citar aqui alguns passos que, creio eu, podem ajudar você a começar no caminho para o sucesso:
Habilidades de Liderança incluem transformar o mal em bem, sempre analisar as coisas de forma positiva, ou seja, aprenda com seus fracassos: Grandes líderes aprendem com seus erros. Analisar o que deu errado em uma operação é uma forma testada e comprovada que ajuda a impedir que o erro ocorra no futuro. Não procure culpados, procure soluções.
Responsabilidade e aceitação: Líderes devem dar aos outros o devido crédito por sucessos e assumir a responsabilidade por suas próprias falhas e fracassos e pelos fracassos da sua equipe.
Líderes ajudam os outros a crescerem: O desenvolvimento de uma nova geração de líderes é essencial para o seu sucesso. Você não pode ser promovido se não há ninguém para tomar seu lugar. Por isso não tenha medo de delegar responsabilidades e ensinar seus sucessores. Abrir mão do controle é um sinal de um líder confiante e competente.
Mostre o caminho: Atingir os objetivos de negócio exige muito trabalho e colaboração.  Equipes inspiradas pintam uma imagem clara do sucesso para a empresa e também para cada colaborador. É preciso tempo e energia para aprender o que motiva cada pessoa, mas isso é o que os verdadeiros líderes fazem.
Respeito não se ganha com palavras, mas se conquista através de ações. Conseguir respeito é uma habilidade de liderança.
Seja confiável: Muitas pessoas têm problemas para confiar em outros colaboradores. Seja honesto e transparente e mantenha sempre sua palavra.
Seja autêntico: Se possível, tente ficar em contato com seu “eu” interior. Reconheça seus talentos e as suas deficiências. Este pode ser um caminho importante para a autenticidade. Quando você está ciente de seus pontos fortes e fracos, e quando você reconhece o que você não sabe, as pessoas estão mais propensas a oferecer ajuda. Não tenha medo de pedir ajuda aos seus colaboradores. Não tenha medo de dizer que não sabe. Admitir que não sabe é o primeiro passo para a aprendizagem. Se você achar que sabe tudo, nunca lhe ensinarão nada.
Os líderes são comunicadores eficazes: Não tenha medo de fazer perguntas, falar abertamente e honestamente, e elogiar quando for necessário.
Colabore: A maioria das empresas contam com equipes de pessoas que colaboram para um objetivo comum. Bons líderes não só fornecem orientação e apoio, mas estão dispostos a contribuir e ajudar. Sabem como extrair o melhor dos membros da equipe e fazê-los sentirem-se valorizados. Valorizar um colaborador é fazê-lo sentir-se parte do
sucesso da empresa e trabalhar ainda mais por esse sucesso.
Muitos grandes líderes tem um ar de confiança, tomam decisões rapidamente e não tem medo do risco. Se você está impedido pela dúvida ou sentimentos de inadequação, tome medidas para construir a sua confiança, o que pode trazer mais controle sobre sua carreira.
Atividades extracurriculares: Atividades externas podem ajudar a melhorar as relações de trabalho. Faz com que as pessoas vejam um ser humano real, ao contrário de uma figura de autoridade, e pode permitir que você realmente conheça e entenda seus colegas de trabalho.
Estude sempre: Um líder está constantemente aprendendo coisas novas e compartilhando seu conhecimento com seus colaboradores.
“A um chefe você obedece, um líder você segue, procura e admira”
– Mario Sergio Cortella
Recomendação de vídeo: “A arte de liderar”, do professor Mário Sérgio Cortella.
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Sempre que falamos da criação de um novo negócio, deveríamos prioritariamente também pensar em solucionar problemas, afinal a vida é muito curta para construir algo que ninguém PRECISA ou DESEJA (aproveite para ler um dos nossos posts sobre esse tema aqui).

Resolver problemas também pode ser sinônimo de gerar valor, ou seja, adicionar ou agregar valor a algo que as pessoas realmente precisam e desejam.

Mas definir uma proposta de valor nem sempre é tão simples quanto parece ser, isso porque para um problema podemos ter mais de uma solução – e isso não é necessariamente vantajoso. É melhor ter uma proposta de valor clara e única e que possa ser reconhecida facilmente, do que muitas opções que não são tão relevantes e que, por vezes, acabam confundindo ao invés de contribuir.

 

Startup Sorocaba: startups existem para solucionar problemas

 

Então como criar e divulgar a proposta de valor da sua startup? Pelo que a sua startup seria facilmente reconhecida? Ela é sinônimo de alguma categoria ou algum benefício? Vamos a um exercício? Que tal começarmos pelo Canvas da Proposta de Valor? 

 

O que é o Canvas da Proposta de Valor?

 

Criado por Alexander Osterwalder (mesmo autor do Business Model Canvas – BMC), o Canvas da Proposta de valor também é uma ferramenta visual para compreender dois dos principais quadrantes do canvas: a) proposta de valor; e b) segmento de clientes. Dessa forma, entendemos que o Canvas da Proposta de Valor é um “recorte” do Business Model Canvas, como podemos ver na imagem a seguir.

 

Startup Sorocaba: Business Model Canvas e Canvas da Proposta de Valor

Startup Sorocaba: Business Model Canvas e Canvas da Proposta de Valor

 

Antes de prosseguir, caso você ainda não conheça o BMC, sugerimos que faça a leitura deste texto. Desta forma, certamente você entenderá facilmente a importância do Canvas da Proposta de Valor e do que chamamos de Product Market/Fit.

 

Como preencher o Canvas da Proposta de Valor?

 

O Canvas da Proposta de Valor (ou Value Proposition Canvas) é composto por duas partes:

  1. Mapa de valor (lado esquerdo): dividido em produtos e serviços, aliviadores das dores “analgésicos” e criadores de ganhos;
  2. Segmento (lado direito): dividido em tarefas do cliente, dores e ganhos;

 

Através deste diagrama você identificará facilmente aspectos relacionados ao público-alvo que pretende atender, bem como os qualificadores que vão diferenciar a sua oferta. Vamos detalhar a seguir item a item.

 

Segmento

 

  • Tarefas do cliente: podem ser entendidas basicamente como as necessidades que os clientes querem satisfazer e/ou problemas que desejam solucionar. Essas tarefas geralmente estão divididas em três grandes grupos: a) Tarefas funcionais – atividades práticas relacionadas a um objetivo específico como por exemplo comprar um medicamento, pesquisar algum produto, ler; b) Tarefas sociais – relacionadas a uma nova condição desejada, como por exemplo, poder, status, etc.; e c) Tarefas pessoais/emocionais – que trazem benefícios e melhoria ao estado emocional atual, como por exemplo melhorar a autoestima, o poder de concentração etc.
    • Responda: quais tarefas seus potenciais clientes precisam concluir? Quais objetivos você precisa ajudá-los a alcançar? Em qual contexto a(s) tarefa(s) ocorre(m)?
  • Dores: como o o próprio nome sugere é tudo aquilo que torna a vida do seu público-alvo mais difícil, complexa – em menor ou maior grau de intensidade. As dores (assim como no caso das dores físicas) são aquelas que realmente incomodam, chegam a irritar. Pensar em dores reais fará com que você se torne uma alternativa para solucioná-las. Liste as emoções negativas, custos e situações indesejáveis e os riscos. 
    • Responda: a) quais são as perdas significativas que seu público-alvo tem ao conviver com essas dores? As perdas podem estar associadas à perdas financeiras, de tempo, frustrações, insatisfações, etc. b) Quais barreiras ou dificuldades fazem com que eles não consigam solucionar essas dores atualmente?   
  • Ganhos: podem ser divididos em quatro principais grupos: a) necessários – benefícios essenciais em relação a sua oferta; b) esperados – pode(m) existir ou não, mas não chegam a comprometer a conclusão do objetivo (job) do cliente; c) desejados – aquilo que o cliente tem acima das expectativas em relação ao seu produto ou serviço; e d) inesperados –  aquilo que faz com que os clientes se surpreendam e se encantem.
    • Responda: Quais benefícios seu público-alvo gostaria de ter ao adquirir a sua solução? Quais ganhos eles terão ou quais problemas futuros evitarão? O que tornaria a vida dessas pessoas mais simples e menos estressante?qual é o conjunto de valores que você pode agregar para tornar seus clientes satisfeitos e realizados? O que é sucesso para seu cliente?

 

Mapa de valor

 

Se você tiver feito a lição de casa e parado para pensar e estudar o seu público-alvo ao preencher o lado do segmento no canvas da proposta de valor, certamente a parte do mapa ou proposta de valor ficará muito mais fácil, afinal você terá em mente o perfil do seu cliente, que também podemos chamar de persona.

 

  • Produtos e serviços: aquilo que é tangível/intangével e que efetivamente você irá entregar de valor para seus clientes. Os produtos também podem variar quanto a necessidade e desejo. Saiba mais lendo o post sobre produtos must ou nice to have.
    • Responda: como tornar a sua oferta mais relevante em relação a concorrência?
  • Aliviadores das dores: são os “remediadores” (também chamados de analgésicos). Estão associados ao COMO a sua startup irá solucionar os problemas identificados.
    • Responda: o que fará com que as dores dos seus clientes sejam reduzidas ou eliminadas? Lembre-se de olhar o quadrante dores.
  • Criadores de ganhos: descrevem claramente o conjunto de benefícios da sua oferta. 
    • Responda: o que fará com que seus clientes ganhem algum benefício? Lembre-se de olhar o quadrante ganhos.

 

3 dicas para ter um Canvas da Proposta de Valor perfeito

 

Confira essas 3 dicas para ter um Canvas da Proposta de Valor perfeito ou mais próximo daquilo que as pessoas precisam e desejam.

 

  1. Priorize as tarefas: provavelmente você não conseguirá atender a todas as tarefas do cliente, mas pode priorizá-las, iniciando a partir das mais importantes, deixando de lado, é claro, as insignificantes.
  2. Priorize as dores: pense sempre nos 2 Rs da dor. As maiores dores dos consumidores geralmente são  aquelas RELEVANTES e RECORRENTES, a ponto é claro, de levá-los a procurar uma solução.
  3. Faça o encaixe: existem 3 tipos de encaixes possíveis (faremos um post específico sobre eles), mas de antemão já saiba que o maior benefício do value propositon é de fato gerar valor, para você, para o mercado e para os clientes.

 

Então, pronto para criar valor e dominar seu mercado?  


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Pelo menos a cada cinco segundos, uma pessoa no mundo tem uma ideia. Mas o que de fato faz diferença entre aquelas ideias que têm sucesso e as que fracassam?

No fim o que contará é sempre a EXECUÇÃO. Ideias por ideias não valem nada. E acredite: ter apenas uma boa ideia não é suficiente, é preciso que essa ideia, antes de mais nada, resolva um problema real e para comprovar isso utilizamos a validação.

 

Mas afinal, o que é validação?

 

vt. 1. tornar válido, legitimar

 

Sempre que falamos de ideias estamos nos referindo na verdade a hipóteses que podem ou não ser validadas. Mas o que isso quer dizer? Antes de pensar em uma ideia, devemos saber se o problema por trás dela é algo real, que as pessoas compreendam como uma dor – e logo aceitem resolvê-la e pagar por ela. 

O primeiro passo, portanto, é identificar e validar um problema. Produtos e serviços servem na verdade para solucionar, “antecipar”, prevenir problemas. Além do produto e/ou do serviço propriamente dito, estamos na verdade pensando em como ele pode nos ajudar, quais benefícios nos oferece, qual experiência irá proporcionar.

A validação neste sentido serve para compreender se realmente existe um problema e a sua intensidade/relevância. Somente a partir da validação é que você saberá a importância que as pessoas dão a este problema e qual a urgência em resolvê-lo. Mas porque isso é importante?

Primeiro porque nenhum empreendedor deve trabalhar com suposições (se você não tem certeza daquilo que irá criar, logo está lidando apenas como uma hipótese). Segundo, mas não menos importante, é que a medida que você entender as dores e/ou necessidades do público-alvo com que deseja trabalhar, mais fácil será definir a solução. E acredite, isso fará toda diferença!

Startup Sorocaba: Saiba porque e como validar a sua ideia

 

Se você ainda não leu os demais posts do Startup Sorocaba sobre a identificação de um problema aproveite para colocar a sua leitura em dia: Sua startup resolve que problema? e Sua startup tem um produto “must have” ou “nice to have”?

Problema identificado e validado? Então é hora de pensar na solução (ah… e se o problema que você identificou não foi validado saiba como reiniciar todo o processo, pivotando. Leia este post).

As soluções para resolver um problema podem ser muitas, concorda? Existem diversos formatos e designs, formas de entrega, formas de utilização, armazenamento, soluções para todos os bolsos, etc. Um guarda-chuva, uma capa, um boné podem servir para proteger da chuva correto? Algumas soluções protegem mais e outras menos, mas elas “cumprem seu papel” e ajudam a pessoas a cumprir seus objetivos (mais uma diquinha esperta para você: aproveite para ler também o post sobre Job To Be Done).

Então como saber a solução que você está criando é mesmo ideal para aquele grupo de clientes? A resposta você já deve até imaginar: validando! É preciso validar a solução também.

 

Como validar o problema e solução?

 

Você PODE e DEVE utilizar a validação em vários estágios da sua startup, (afinal, isso fará com que você não desperdice tempo e dinheiro), mas aqui vamos dar foco a dois momentos, do estágio inicial e de desenvolvimento de uma startup: 1) descoberta e validação do problema e 2) desenvolvimento e validação da solução.

 

Validação do problema

 

Na fase de descoberta e validação do problema você pode utilizar diversas ferramentas como formulários online de pesquisa, questionários, entrevistas pessoais. O objetivo nesta fase é compreender se o problema é tido mesmo como um problema, seu contexto e alternativas que as pessoas utilizam para solucioná-lo. Essas três perguntas são essenciais para que você possa saber a importância do problema, que, como já dissemos, poderá mudar inclusive a solução que você pretende oferecer. Vamos a um exemplo.

Ana quer abrir uma empresa para oferecer serviços veterinários (como diagnósticos mais simples e exames periódicos e de acompanhamento regulares) na casas dos donos de pet. Para validar a sua ideia, Ana entrevistou pessoas do seu círculo e de fora dele para entender se fazer os exames era um problema real, tido como trabalhoso (lembre-se de que estamos falando de validação do problema, certo? Esqueça neste momento da solução. Na validação do problema não se fala na solução). 

Explorando o contexto Ana descobriu que o “problema” dos donos de bichos era na verdade ter tempo para acompanhar os animais nas consultas e por isso adiavam e acabavam postergando a realização dos exames regulares. Logo o que Ana considerou como um problema não era um problema e ao invés de fazer um alto investimento em um veículo equipado com diversos aparelhos resolveu então revalidar  e fazer um nova pesquisa (a partir do novo problema identificado) e pivotar a sua solução, como veremos a seguir.

 

Validação da solução

 

Na nova pesquisa Ana descobriu que a maioria das pessoas acabavam adiando as consultas dos bichinhos em função da indisponibilidade de suas agendas – e não da agenda dos veterinários. Assim, Ana decidiu criar então um serviço de acompanhamento às consultas veterinárias, que contaria também com a comodidade de um serviço leva e traz, ou seja, Ana se propôs a ir até a casa das pessoas, onde retiraria os animais e documentos necessários (como a carteirinha de vacinação) e os acompanharia nas consultas, reportando as principais recomendações médicas em um aplicativo que funcionaria como uma carteirinha médica online, onde conteria todo o histórico de vida do animal. Mas será que as pessoas utilizariam a solução?

Ana criou então um MVP e colocou uma landing page no ar que comunicava o lançamento do serviço em breve. A estratégia serviria para validar se as pessoas teriam interesse neste tipo de serviço e se gostariam de receber mais informações, deixando um e-mail de contato. A página alcançou 200 visualizações em uma semana e conseguiu 41 cadastros.

Num segundo momento Ana enviou e-mail para os potenciais clientes falando sobre os planos que iriam disponibilizar e os preços. Neste momento Ana queria saber a média de preço que as pessoas estariam dispostas a pagar. 

Depois de dois meses de validação e captação de novos interessados, Ana começou a prestar os serviços para os primeiros clientes

OBS.: o exemplo de Ana é fictício e foi criado apenas para exemplificar o exercício de validação, em alguns pontos específicos, mas se quiserem investir nesta ideia, estamos aí  🙂 

 

6 dicas ESSENCIAIS para a validação da sua ideia

 

Startup Sorocaba: 6 dicas essenciais para validação da sua ideia

 

A validação é um processo e como todo processo tem início, meio e fim, além, é claro, de uma metodologia. Para uma validação bem sucedida é necessário que você defina claramente:

  1. A hipótese matadora: pense primeiro naquela hipótese que se invalidada inviabilizaria o seu negócio logo de cara. Acredito que nem precisamos dizer porque começar por ela né? Responda: qual hipótese você deve priorizar e que irá justificar a razão de ser da sua startup?
  2. O objetivo da validação: validar apenas por validar não levará você nem o seu negócio a lugar nenhum. Cada fase de uma startup pode ter diferentes objetivos como já dissemos, no entanto é preciso saber que tipo de respostas você precisa, naquele momento, para dar continuidade ao seu projeto. Responda: que tipo de validação você precisa ter? O que quer avaliar? Quais respostas farão com que você tome decisões estratégicas em relação ao produto, preço, distribuição, propaganda, etc.?
  3. O público-alvo: saber com quem falar te aproximará das respostas que precisa saber. Óbvio não é mesmo? Acredite se você validar com as “pessoas erradas” com certeza terá respostas igualmente erradas. Responda: quem são as pessoas que trarão as informações mais relevantes e que, de fato, sentem aquela dor? Com quantas pessoas será necessário validar para que você tenha um número expressivo e significativo de respostas?
  4. A ferramenta para o experimento: um formulário de pesquisa online serve para alguns casos (mas não para todos). É preciso conhecer o seu público-alvo e chegar o mais próximo dele. Formulários online ajudam a aumentar o alcance da validação, no entanto, ele pode enviesar os resultados, afinal você não tem controle sobre o perfil das pessoas que o responderão. Para a validação de problema e solução o mais indicado é a entrevista pessoal, mas você ainda pode optar por utilizar para as validações: grupos nas redes sociais e whatsapp, ADs, testes A/B, E-mail MKT, landing pages, páginas de captura, teste drive, etc. Responda:  qual ferramenta me permitirá ter respostas mais conclusivas?
  5. O tempo da validação: por se tratar de um experimento, a validação também deve ter um prazo. Aqui não existe certo ou errado, mas lembre-se de que conclusões precipitadas podem levar a resultados desastrosos, assim como a “paralisia” pode fazer você perder tempo. Leve em consideração o número de pessoas que precisará entrevistar
  6. A métrica de sucesso: como processo a validação também deve apresentar um resultado. Muito além de apenas curtidas e compartilhamentos é preciso pensar sempre no resultado que irá agregar mais valor ao seu negócio. Métricas comuns são taxa de conversão, número de inscritos no formulário do seu site, número de pessoas que baixaram seu app, número de pessoas que compraram no pré-lançamento, etc. Elas podem ser quali e quantitativas. Só tente evitar as métricas da vaidade, afinal mentir para si mesmo é sempre a pior mentira! Responda: qual métrica quali ou quantitativa te trará um indicador real para a tomada de decisão? 

 

Então, pronto(a) para validar a sua ideia? Nos escreva contando sobre os resultados. Em breve você também poderá participar do nosso curso sobre validação. Aguardem!


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Diariamente vemos surgir milhares de inovações, entretanto, isso não é sinônimo de sucesso nem para as empresas que as criaram e muito menos para os consumidores, que podem não ter necessidade ou não ver utilidade em usar o que está sendo lançado.

Acredite: a maior parte das startups comete “suicídio”, ou seja, morre muito antes de qualquer centavo investido recuperado, isso porque elas ignoram regras básicas do mercado como, por exemplo: a) solucionar um problema real; b) eliminar uma dor; c) sanar necessidades básicas; d) antecipar um desejo.

 

O “tamanho” e recorrência da dor

 

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Startup Sorocaba: qual dor sua startup resolve?

 

Quando estamos falando de solucionar uma dor real (lê-se problema), essa dor pode se apresentar das mais variadas formas e intensidades, sendo mais ou menos frequentes, mais ou menos intensas, passageiras ou crônicas e, portanto, para cada tipo de dor também há pelo menos um “remédio” indicado ou recomendado (lê-se solução), assim como nos casos clínicos de fato.

Alguns remédios apenas aliviam ou retardam os efeitos da dor, mas não a sanam integralmente, são opções paliativas assim como a vitamina. Outros atuam direto na dor reduzindo os sintomas e/ou sua frequência e existência, como é o caso do analgésico.

Mas o que isso tem a ver com o mundo dos negócios e com a sua startup? Acredite: T-U-D-O!

 

Sua startup está criando uma vitamina ou analgésico?

 

Agora responda: sua startup está criando uma vitamina ou um analgésico? E por quê essa resposta é importante?

Bom, além da vida ser muito curta para você criar algo que ninguém quer, é preciso lembrar também que o maior objetivo de uma empresa e de uma startup é resolver problemas

Lembre-se que, quase sempre as vitaminas são opcionais, tidas como algo que pode ser utilizado mas que, não sanam definitivamente uma dor (que já é uma dor e não algo que possa ser prevenido). Já os analgésicos são “desejados”, atuam em pontos focais que quase sempre evitarão que outras dores surjam ou se intensifiquem.

Trazendo isso para o mundo dos negócios, pense, por exemplo, qual seria a reação de uma grande indústria ao saber que existe alguma solução no mercado, para reduzir os custos da conta da energia elétrica ou ao reduzir desperdícios. A dor neste caso está relacionada aos custos e por ser recorrente qualquer empreendedor certamente quer resolvê-la.

As pessoas estão mais propensas a resolver ou evitar um problema que seja recorrente, que realmente doa, incomode. Soluções para esse tipo de dor costumam ter rápida aceitação. As pessoas compram um analgésico por fatores racionais (diminuir ou eliminar um dor) enquanto aquelas que procuram pelas vitaminas estão agindo sob a emoção, já que estão pensando apenas em solucionar temporariamente algo que poderá se tornar um problema maior no futuro.

Se a sua startup está desenvolvendo uma vitamina pense em como inseri-la na rotina das pessoas. Saiba que você está vendendo na verdade uma promessa que poderá ou não ser cumprida, já que hoje as pessoas podem não saber que tem aquela dor e, por isso, nem pensam em como resolvê-la.

 

E o que é melhor? Uma Vitamina ou um Analgésico?

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Startup Sorocaba: sua startup é uma vitamina ou analgésico?

 

A resposta para essa pergunta certamente irá depender do mercado em que você irá atuar. Não existe uma resposta certa ou errada. Antes de mais nada saiba qual problema você está se propondo a resolver. É muito comum ver empresas que estão criando problemas que não existem ou que não são tidos como problemas (da série de inovações inúteis e tenho certeza de que você conhece várias soluções assim). 

É preciso ter um olhar crítico sobre os negócios e considerar as perspectivas dos clientes. Se você está resolvendo um problema realmente validado, ok vá em frente. Do contrário, cuidado porque o maior problema neste caso pode ser a sua miopia.


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Ideia: tive uma e agora?

 

Não se iluda! Nem sempre o momento “Eureka” ou aquela sua “ideia brilhante” irá corresponder a algo realmente viável do ponto de vista de negócios – e o importante, neste caso, é que seja, já que aqui no Startup Sorocaba estamos falando de novos negócios, não é mesmo? Ah, e lembre-se também de que esse é um dos principais pontos avaliados pelos investidores.

Embora pareça simples, muitas vezes deixamos de responder a uma pergunta muito básica e indispensável: sua ideia e/ou sua startup solucionam que problema?

(Se você também não soube responder imediatamente a essa pergunta, não se preocupe! Vale o exercício de parar e pensar…).

 

Responda: sua ideia soluciona que problema?

Responda: sua ideia soluciona que problema?

 

Os 3 tipos de respostas sobre a sua ideia

 

As três possíveis respostas para essa pergunta serão:

 

  1. Nenhum: cuidado! A sua ideia pode ser a melhor ideia do mundo, mas se não tiver alguém que a compre (no sentido figurativo ou literal mesmo) não fará nenhum sentido continuar a desenvolvê-la ou mantê-la. E é justamente neste ponto que muitos empreendedores falham: ao criar algo que só faz sentido para eles e que no fim, não chega a ser atrativo em nenhum aspecto – e obviamente por esse motivo não pode ser um modelo de negócios replicado e tão pouco escalável. A dica aqui portanto é: #desapega!
  2. Vários problemas: cuidado redobrado! Muitas vezes a falta de foco pode fazer você gastar tempo e recursos adicionais que poderiam ser melhor utilizados se você focasse em solucionar apenas um problema por vez. É melhor ser reconhecido como excelente em alguma coisa, do que mais ou menos em muitas outras. Uma dica muito importante e que pode ajudá-lo(a) a direcionar seus negócios é investir em nichos, ou seja, em grupos menores do mercado que não estão sendo atendidos ou que são atendidos mas de forma insatisfatória. Isso certamente reduzirá as chances da sua startup dar errado.
  3. O problema “X”: ótimo, mas por melhor que seja a sua ideia ela ainda não vale nada, antes de validá-la com os possíveis clientes. A dica aqui é teste tudo o quanto antes! Não espere ter investido tempo e dinheiro suficientes para descobrir que a sua ideia não era tão boa assim, quanto você pensava… 

 

Geralmente a(s) resposta(s) levam em consideração o motivo pelo qual você decidiu criar a sua startup, um problema já vivenciado por você ou por alguém próximo, ou consideram ainda uma oportunidade de mercado.

Lembre-se de utilizar sempre essa(s) resposta(s) no pitches, apresentações para investidores e/ou mesmo na apresentação do seu produto ou serviço, afinal, se nem você mesmo souber explicar o que a sua startup faz é porque alguma coisa está errada… 

 

Problema x Solução

 

problemas-solucoes

Uma ideia deve ser antes de tudo a resposta para um problema

Então, que problema a sua startup resolve?

Depois de ter respondido a pergunta mais importante de todas é hora de confirmar se você estava mesmo certo. Mas, como assim? Isso mesmo, é preciso validar a sua ideia com as pessoas que já convivem com o problema (ou dor) que você pretende solucionar ou para aquelas que não desejam ter um problema similar futuramente.

Em breve vamos falar  aqui no Startup Sorocaba sobre como e porque validar a sua ideia e se você ainda tiver dúvidas, talvez essa questão fique um pouco mais clara.

Mas voltando a questão da ideia e caso a sua resposta para a pergunta acima tenha sido “nenhum”, para tornar qualquer ideia ou fazer de qualquer ideia, uma ideia brilhante, ou seja, para que ela seja viável é preciso que a sua ideia:

  • Seja simples: do ponto de vista da execução, da promoção, etc. Boas ideias são autovendáveis, conceituais, simples. Inovar muitas vezes significa também não reinventar a roda. 
  • Seja a solução para um problema: todas as startups de sucesso desenvolveram um produto ou serviço que resolvem um problema real, facilita a vida das pessoas, faz com que elas ganhem tempo, evitem preocupações e, geralmente, representam uma vantagem clara em relação à saúde, segurança, etc.

 

 

Não venda ideias. Venda soluções!

 

Um dos erros mais comuns que as startups cometem é tentar resolver problemas que ninguém possui (Paul Graham – Y Combinator, uma das maiores incubadoras do mundo)

 

Para ter sucesso a sua startup deve ser cada vez mais centrada no consumidor e não no produto, como há algum tempo atrás. Assim, lembre-se de que o seu negócio deve investir na resolução de um problema que o consumidor tem e que realmente o incomoda ou que quer evitar, e isso pode se aplicar as soluções para outras empresas também (B2B).

Startups que não compreenderem essa mudança infelizmente entrarão para o grupo daquelas empresas que são criadas e extintas rapidamente.

Ah, e um último recado: é muito importante que se ame o que se faça. No entanto, acredite: se isso tiver valor para outras pessoas, você aprenderá a amar ainda mais o que você faz! 


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Juntamente com o GBG (Google Business Group) Sorocaba o SS lança seu primeiro desafio!! Seus participantes deverão desenvolver soluções para resolver problemas encontrados na cidade de Sorocaba e região.

O primeiro problema escolhido foi: Como engajar a população de Sorocaba para consumir mais cultura?

Este desafio terá um mês de duração e o resultado final deve ser um MVP validado. Durante este período rolarão eventos online para acompanhamento, conversa com possíveis clientes e esclarecimento de dúvidas. Além disso, acontecerão algumas dinâmicas compostas por desafios que deverão ser concluídos para aumentar a pontuação da equipe.

As duas equipes com mais pontos farão o pitch final no dia 07/11 para uma banca formada por pessoas que sofrem com o problema abordado (seus clientes) e agentes da cultura. 

Com essa iniciativa o Startup Sorocaba e o GBG querem fomentar o espírito de empreendedorismo através da solução de problemas reais, conexão de pessoas e apoio com ferramentas e direcionamento para os empreendedores.

O prazo para inscrição é 25/09! Você pode se inscrever sozinho* ou com uma equipe de até 5 pessoas.

*Aqueles que se inscreverem sozinhos serão direcionados para a formação de uma equipe.

Está esperando o quê? Inscreva-se aqui. Leia o Manual com o FAQ do Desafio Startup Sorocaba.

#desafioStartupSorocaba #desafioCulturalSS #1DSS

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