Acredite: você esteve errado até hoje. Não pense mais em inovação!

Na crise e na dificuldade muitas vezes está também a oportunidade. É justamente nos momentos mais críticos que as pessoas passam a avaliar o mundo ao seu redor com outros olhos e estão mais propensas a inovar. O ambiente nem sempre é o dos melhores (quase nunca), mas o senso de urgência faz com que as pessoas pensem e ajam de maneira diferente, oportunamente. É onde surge a inovação.

Mas acredite você, eu, todos nós sempre estivemos errado até hoje. Sempre pensamos em inovação, quando o correto na verdade é pensar em utilidade.

 

Não pense em inovação. Pense em utilidade.

Chris Guillebeau (autor do livro “A startup de $100”)

E se isso ainda não parece fazer sentido para você, veja a seguir porque devemos mudar nosso modo de pensar  e de inovar urgentemente. 

 

Nem toda ideia é inovadora e nem toda inovação é útil

 

Sempre que falamos de ideias dizemos que o novo produto ou serviço deve resolver a uma ou mais necessidade reais, ou seja, deve ser a resposta para um problema/dor. Até aí, nada de novo não é mesmo?

Mas e quando o que se tem como inovação não é compreendido como valor ou pior, nem sequer é útil para aquele público-alvo para o qual foi criado? Sim. Esse é o problema! Portanto, primeiro não devemos pensar em inovação, mas sim em utilidade. Quando partimos do pressusposto (ou da validação de uma hipótese confirmada anteriormente) estamos falando então de algo que realmente é entendido como uma solução – e não como mais um problema… assim, antes de desejar ter a melhor ideia, pense primeiro em ter algo útil e a partir daí em como diferenciá-lo de tudo o que já existe (e não o contrário).

 

Inovações que não eram tão inovadoras (e deram errado)

 

A inovação desses produtos ou serviços não passou pela aprovação do público em geral. E olha que como estamos falando de invenções mais antigas não estamos fazendo referência a um público tão exigente assim hein!

Mas o que será que fez com que esses produtos e serviços não dessem certo? 

Fora o fato de serem bizarros certamente porque não eram úteis! Concordamos que inovar é antecipar tendências e muitas vezes pensar no impensável, mas é preciso – e antes de mais nada – pensar na utilidade, na contribuição para resolução de um problema real, na simplificação da vida dos usuários (afinal imagino que não deva ser tão fácil nada com trajes de madeira… se é que é possível sobreviver a um naufrágio e autoafogamento…).

Alguns de vocês até podem defender que a partir dessas ideias iniciais surgiram insights ou mesmo produtos que deram, no entanto, imaginem o quanto de tempo e recursos não foram gastos.

 

Quer inovar? Então crie soluções úteis

 

Quer inovar? A regra é simples: seja útil! A vida é muito curta para perder tempo e dinheiro construindo ou desenvolvendo algo que ninguém quer, precisa ou acha útil. 

As pessoas não se importarão em pagar pelo que acreditam ser justo e pelo que irá fazer com que elas poupem tempo, ganhem produtividade, tenham mais saúde, conforto, etc. Mas lembrem-se: existem maneiras e maneiras de inovar. A inovação não está necessariamente associada ao aumento de investimento ou a coisas mirabolantes e grandiosas. Muitas vezes é por meio da inovação que é possível economizar dinheiro, tempo e outros recursos. Inovar é muitas vezes simplificar (procure ler a história dos dois engenheiros e dos oito milhões para entender do que estamos falando). 

Então não erre mais por favor: pense primeiro em utilidade e depois em inovação!


E você, o que pensa sobre o assunto? Gostou do artigo? Compartilhe conosco sua opinião. Não gostou? Acha que podemos melhorar? Então nos ajude a aprimorar nosso trabalho.

Siga o Startup Sorocaba no Facebook e cadastre-se para receber nossa newsletter e para ser informado sobre todas as novidades.

Compartilhe:

ABSTARTUPS ANUNCIA PROGRAMA PARA APROXIMAR STARTUPS DO GOVERNO ESTADUAL

Primeira edição do Pitch Gov SP selecionará 15 startups para apresentar soluções nas áreas de saúde, educação e facilidades ao cidadão

 

pitch-gov-sp-startup-sorocaba

 

A ABStartups – Associação Brasileira de Startups -, entidade que representa, agrega e estimula o desenvolvimento de startups brasileiras, em parceria com Governo do Estado de São Paulo, por meio da Sub-Secretaria de Inovação e Parcerias, anuncia a realização da primeira edição do Pitch Gov SP, evento que tem como principal objetivo aproximar o Governo do Estado de São Paulo de startups com soluções inovadoras.

A edição será também a primeira do gênero realizada na América Latina e tem a intenção de posicionar o estado de São Paulo como um dos mais inovadores em seu continente, se igualando aos pioneiros no relacionamento com startups, como diversos estados americanos e também do Reino Unido.

Nessa primeira edição, que acontecerá no dia 17 de novembro e contará com o apoio das Secretárias de Governo, Educação, Saúde e Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, serão selecionadas um total de 15 startups com o intuito de ajudar o poder público a solucionar demandas em áreas prioritárias para o governo, como saúde, educação e facilidades ao cidadão.

Pitch GOV SP: inovação na administração pública

Pitch GOV SP: inovação na administração pública

“A ABStartups trabalha para que startups e empreendedores brasileiros possam ter maior representatividade no PIB nacional e possam se consolidar entre as cinco maiores potências globais de inovação tecnológica. Hoje São Paulo é o estado com o maior número de startups e nada mais justo do que unir essas soluções inovadoras às demandas de gestão do Governo”, afirma Amure Pinho, Vice-Presidente da ABStartups.

As inscrições para as startups que almejam concorrer as vagas no Pitch Gov SP e apresentar suas inovações estarão abertas entre os dias 18 de setembro e 18 de outubro. As selecionadas serão conhecidas no dia 4 de novembro, durante o CASE 2015 – Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo.

Além das Secretarias, o evento também contará com o apoio da Prodesp, Desenvolve SP, Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, Centro Paula Souza, Poupatempo, Acessa São Paulo e Rede Paulista de Inovação em Governo.

Não percam essa grande oportunidade!


E você, o que pensa sobre o assunto? Gostou do artigo? Compartilhe conosco sua opinião. Não gostou? Acha que podemos melhorar? Então nos ajude a aprimorar nosso trabalho.

Siga o Startup Sorocaba no Facebook e cadastre-se para receber nossa newsletter e para ser informado sobre todas as novidades.

Compartilhe:

O 1° Ambiente Regional de Empreendedorismo e Inovação, o ‘Decola Inovação’ acontece no dia 25 de julho em Jundiaí. Idealizado pela In-Pulsa, em parceria com a Startup Sorocaba, o evento vai promover diversas atividades com objetivo de educar, inspirar e fortalecer o ecossistema de inovação do interior de São Paulo. Os convites para essa jornada empreendedora já podem ser adquiridos pelo site.

 

Ligamos os motores!  Não fiquem de fora dessa... Vamos decolar?

Ligamos os motores! Não fiquem de fora dessa… Vamos decolar?

 

Sobre o Decola Inovação

 

O Decola Inovação vai ter 10 horas de programação ininterrupta em espaço compartilhado e com diferentes núcleos de ação: O Núcleo Inovação – um espaço para conhecer startups de destaque na região, empresas que prestam serviços e instituições que oferecem ferramentas de apoio para startups. No Núcleo Conhecimento haverão workshops focados no empreendedorismo de inovação e um Pitch Fight – concurso de curtas apresentações de startups. Nesse espaço o visitante terá o Hacker Space, um ambiente onde o interessado poderá passar o dia tirando sua ideia da cabeça com a ajuda de mentores especializados em diferentes áreas e sair de lá com um modelo de produto pronto. O Núcleo Cultural terá ocupações de empreendedores culturais, e no palco principal o Núcleo Inspiração que vai receber 9 horas de palestras de empreendedores sociais de sucesso para motivar os visitantes e transmitir a mensagem de que o empreendedorismo é uma forte ferramenta de transformação social.

A inovação não é algo que surge de forma espontânea, é necessário investir no desenvolvimento de um ecossistema “Queremos fazer com que o empreendedorismo seja uma opção factível na vida dos jovens da região do interior de São Paulo. Acreditamos no impacto social que a inovação pode trazer para nossa sociedade, e na capacidade de transformação e empoderamento que o empreendedorismo tem” comenta Marina Arilha, idealizadora do evento.

O Decola Inovação é orquestrado pela In-Pulsa de Elisa Pereira e Marina Arilha e Danielle Vieira e Nathália Novaes do Startup Sorocaba. Suas experiências profissionais somam anos em ações de empreedodorismo e inovação social. Com uma política colaborativa e vertical conta também com apoio de seus diretores de área: Luciana Sanfins, Jennifer Payne, Milena Tobias, Camila Mocho e Juliana Fernandes, além do apoio institucional do SEBRAE, Associação Brasileira de Startups e patrocínio da Urso Propaganda.

 

Sobre a In-Pulsa

 

A In-Pulsa é um espaço de discussão, observação e de impulso da inovação no interior paulista e promove eventos, meetups, conexão, conhecimento, consultorias especializadas e treinamentos focados exclusivamente em INOVAÇÃO em Jundiaí e região. Entre outros eventos a In-Pulsa é conhecida principalmente por trazer até Jundiaí em 2014, o ‘Startup Weekend Jundiaí’ – o maior evento de empreendedorismo digital do mundo que impactou mais de 150 empreendedores da região.

 

Decola Inovação- Encontro Regional de Inovação
25 de julho de 2015
Horário: Das 10h00 às 22h00
Local: Complexo Argos
Convites no site: http://www.eventick.com.br/decolainovacao

 

Fiquem ligados nas atualizações do Decola Inovação e participe conosco dessa iniciativa, utilizando as hashtags #forcadointerior # decolainovacao

Site (com a programação completa): www.decolainovacao.com.br

Facebook: fb/decolainovacao

Twitter: @decolainovacao

Instagram: @decolainovacao

 


E você, o que pensa sobre o assunto? Gostou do artigo? Compartilhe conosco sua opinião. Não gostou? Acha que podemos melhorar? Então nos ajude a aprimorar nosso trabalho.

Siga o Startup Sorocaba no Facebook e cadastre-se para receber nossa newsletter e para ser informado sobre todas as novidades.

Compartilhe:

Temos visto com muita satisfação o merecido destaque do Brasil no cenário de inovação e empreendedorismo, resultado de um trabalho iniciado já há alguns anos. Outro fator que muito tem contribuído para a disseminação desses conceitos é a criação e desenvolvimento de ecossistemas locais, que dão cada vez mais corpo para esse movimento que, parece que dessa vez veio para ficar, permitindo com que as startups, em especial, tenham maiores chances de sucesso quando inseridas em ambientes propícios como esses, que apoiam e incentivam a cultura empreendedora.

Assim, novos importantes polos regionais começam a nascer em Minas Gerais, Santa Catarina e também em cidades fora dos eixos centrais de inovação, como no interior paulista.

Mas quais são as combinações de variáveis necessárias para a criação e o desenvolvimento de um ecossistema? Será que é possível fazer de Sorocaba um novo “Vale do Silício”, por exemplo?

 

ecossistema-vale-do-silicio-startup-sorocaba

Vale do Silício: os empreendedores por trás do maior e mais influente ecossistema do mundo

 

Contextualizar e replicar modelos de sucesso como o do Vale do Silício em comunidades locais, pode e não pode dar certo já que vários fatores influenciam diretamente esse ambiente como: mecanismos regulatórios, condições do mercado, programas de incentivo ao financiamento e aceleração dos novos negócios e uma forte cultura voltada para a disseminação do empreendedorismo – e isso para citar apenas alguns exemplos. Outra questão indispensável é a identificação dos grupos de interesse e os papéis que exercerão para o funcionamento e a evolução do ecossistema (e diríamos que essa talvez seja a premissa inicial).

Então, por onde começar? 

 

O ciclo de aceleração do empreendedorismo

 

A criação do Vale do Silício pode ser ilustrada por um ciclo com quatro passos: sonho grande, crescimento, comprometimento e reinvestimento.

 

o-ciclo-de-aceleracao-do-empreendedorismo

Como criar e desenvolver ecossistemas: o ciclo de aceleração do empreendedorismo

 

O Vale do Silício começou com oito empreendedores que antes de mais nada acreditaram no sonho de ser uma referência no segmento em que atuam (disputando com outras regiões muito mais evoluídas no mesmo setor).

O segundo grande passo ficou por conta do crescimento e do desenvolvimento local. Em alguns anos a Baía de São Francisco se tornaria o maior negócio de chips de computadores, empregando 12 mil pessoas.

O sucesso do Vale do Silício não foi acidente, mas sim resultado de algumas tentativas frustradas e do comprometimento daqueles empreendedores. Eles permaneceram na região (mesmo depois de bem sucedidos) com o intuito de continuar a contribuir para o seu desenvolvimento, ou seja, para efetivamente fortalecer o ecossistema.

O último passo do ciclo ocorreu quando os próprios empreendedores  passaram a investir em novos empreendedores e novas empresas, deixando às futuras gerações um importante legado. A repetição desse ciclo de crescimento criou mais de duas mil empresas.

 

o-ciclo-de-aceleracao-do-empreendedorismo-startup-sorocaba

Como criar e desenvolver ecossistemas: o ciclo de aceleração do empreendedorismo

 

 

As 3 lições básicas para criar um ecossistema

 

Se você é um líder, empreendedor e/ou gestor público e deseja cultivar o empreendedorismo de alto impacto e crescimento e sua comunidade local, atente-se para essas três dicas fundamentais:

 

  1. Grandes companhias podem se desenvolver em lugares imprová­veis e desafiadores: a exemplo do Vale do Silício que  não possuía grandes fontes de financiamento, trabalhadores talentosos ou grandes centros de pesquisa foca­dos no setor de chips de computadores, muitos outros ecossistemas também foram criados e se desenvolveram em ambientes extremamente desafiadores.
  2. Alguns empreendedores são ca­pazes de causar um grande impac­to:  um pequeno número de empreendedores pode sim ser responsável por tranformações no ambiente empresarial o que implica em dizer que, em conjunto, podem criar novos negócios e permitir o rápido crescimento de uma região. A história de Fairchild (empresa dos oito empreendedores do Vale do Silício criada em 1957) é prova disso: 30 novos negócios relacionados a chips de computadores puderam ser desenvolvidos a partir dessa empresa, em menos de 14 anos. Essas novas companhias formaram o núcleo de um novo local para a indústria de chips, empregando 12 mil pessoas no total.
  3. Há um modelo de sucesso que líderes podem acelerar: foi a partir do Ciclo de Aceleração do Empreendedorismo (sonho grande, crescimento, comprometimento e reinvestimento) que 92 empresas tecnológicas com capital aberto foram criadas no Vale do Silício. Essas empresas empregaram 800 mil pessoas e estão avaliadas em mais de 1,8 trilhões de dólares. Outras cidades e regiões por todo o mundo podem e devem usar o modelo do Ciclo de Aceleração do Empreendedorismo para cultivar o crescimento de empresas e in­dústrias locais.

 

Nós do Startup Sorocaba, compreendemos que o nosso papel é o de identificar novos negócios e incentivar novos programas que possam ajudar os empreendedores e as startups a cultivarem seu papel dentro do Ciclo.

Os primeiros passos para fazer de nossa cidade uma referência já foram dados e para que possamos continuar com este trabalho contamos com vocês! Juntos podemos muito mais. Vamos potencializar nossa Sorocaba Valley!


E você, o que pensa sobre o assunto? Gostou do artigo? Compartilhe conosco sua opinião. Não gostou? Acha que podemos melhorar? Então nos ajude a aprimorar nosso trabalho.

Siga o Startup Sorocaba no Facebook e cadastre-se para receber nossa newsletter e para ser informado sobre todas as novidades.
Compartilhe:

Inovar é preciso. Claro! E não seríamos doidos de dizer o contrário, afinal a inovação é a estratégia da saúde financeira e da própria sobrevivência principalmente no caso das startups. Mas será que toda inovação é mesmo necessária do ponto de vista do cliente? Será que o preço maior do seu produto ou serviço que é justificado pela inovação é mesmo um preço justo?

Há sempre o risco associado ao fato de NÃO inovar. Mas saiba que inovar por inovar também pode ser extremamente desvantajoso, além é claro de muito custoso…

 

inovacao-inovar-por-inovar-startup-sorocaba

Há sempre o risco associado ao fato de NÃO inovar. Mas saiba que inovar por inovar também pode ser extremamente perigoso…

 

Inovar ou não inovar? Eis a questão…

 

O ideal é se antecipar e liderar as mudanças. No mínimo, as empresas precisam se adaptar e cultivar algum nível de inovação para não perderem espaço no mercado e não desaparecerem.

 

Já falamos aqui sobre a inovação disruptiva e todo empreendedor sabe de cor que as empresas não crescem somente quando reduzem custos ou mesmo quando baixam o preço e ganham na margem, mas sim pela sua capacidade de INOVAR. 

A questão, portanto, não é INOVAR ou NÃO INOVAR, mas sim QUANDO e COMO inovar. O consultor e palestrante Luiz Marins diz que o que não agrega valor agrega custo – e esse é um ponto crucial para as startups, já que estamos falando de um ambiente de extrema incerteza.

Mas, então, como saber quando e como inovar? Confira essas dicas!

 

5 dicas para sua startup não ERRAR na hora de inovar

 

inovacao-os-perigos-de-inovar-por-inovar-startup-sorocaba

Inovação: 5 dicas para sua startup não ERRAR na hora de inovar

 

Embora não exista nenhuma regra para inovar, algumas dicas que até parecem ser meio óbvias podem ajudar a sua startup a não errar na hora de inovar, otimizando os recursos que, muitas vezes são muito mais escassos.

 

  1. Execute! Essa nem deveria ser uma dica dessa lista, mas vale a ressalva: ter ideias e inovar no papel é muito fácil. Mas é preciso colocar todas as ideias em prática. Toda inovação está atrelada a riscos, mas o maior deles ainda é o de não se arriscar. 
  2. Não se preocupe com dinheiro: comece pequeno, valide sua ideia e depois busque alternativas para expandi-la ou escalá-la. Na era da internet, inovar ficou muito mais rápido e barato.
  3. Esteja atento às tendências: desprezar as tendências é jogar fora o “mapa da mina” e novas oportunidades. Muitas “ditas” inovações falham justamente porque não levam em consideração o que futuro pode reservar. São soluções momentâneas, de curto prazo. Mas será que isso já não é tão previsível? Nem sempre. A inovação também pode vir da velocidade, ou seja, as chances podem ser as mesmas para todo mundo, mas ganhará certamente quem sair a frente e quem se lançar no timing certo.
  4. Pesquise muito: antes de sair por aí investindo tempo e dinheiro em algo que você não sabe se será aceito pelo mercado, pesquise quais soluções já existem para resolver o mesmo problema (e/ou se realmente resolvem aquilo a que se propõe e da forma como os consumidores realmente gostariam), qual o potencial do mercado (afinal, você não deve investir em algo que somente sua mãe compraria) ou seja, descubra se o mercado é suficientemente grande, quanto os consumidores pagariam, etc. Steve Blank diz que a inovação não é apenas implementar uma ideia criativa, mas sim procurar também uma forma de transformar algum aspecto da ideia em algo que os consumidores querem tanto, tanto que pagariam para ter.  Faz sentido, não faz?
  5. Falhe rapidamente e aprenda: sim! O processo de inovação também pode ser e é um importante processo de aprendizado. Seja flexível e permita que as ideias sejam abandonadas ou transformadas. Tente, tente novamente e tantas vezes forem preciso. Erre, erre novamente porque quando você erra, você aprende. Passe a ver os seus erros como uma forma de acumular informações e experiências de informação que poderá levá-lo a criar uma nova ideia – e não como fracasso.

 

Estamos na Era da individualização, da singularidade e da diferenciação e neste sentido toda inovação é bem-vinda! Mas, mais uma vez cuidado! Antes de mais nada é preciso que a inovação represente algum valor e para quem realmente interessa: o mercado!

Ah, e se você está precisando de inspiração ou ainda tem dúvidas sobre de onde vem as boas ideias, confira esse vídeo:

YouTube Preview Image


E você, o que pensa sobre o assunto? Gostou do artigo? Compartilhe conosco sua opinião. Não gostou? Acha que podemos melhorar? Então nos ajude a aprimorar nosso trabalho.

Siga o Startup Sorocaba no Facebook e cadastre-se para receber nossa newsletter e para ser informado sobre todas as novidades.

Compartilhe:

No mês de Dezembro fizemos uma entrevista muito especial com Bruno Abdelnur, fundador da Rabisquedo. 

Empreendedor, graduado em Ciência da Computação, que atua nas áreas de criatividade e educação infantil com iniciativas apoiadas pela Fundação Lemann e SEED MG. Atualmente é CEO da Rabisquedo, empresa que desenvolve produtos personalizados baseados nos desenhos de crianças, e sócio fundador da Kriativar, empresa que desenvolver produtos educativos para o mercado infantil.

Confira! Está imperdível!

bruno-abdelnur-startup-sorocaba

Bruno Abdelnur, fundador da Rabisquedo

 

Embora muitas pessoas associem startups apenas com produtos/serviços de base tecnológica, a Rabisquedo é resultado de inovação em outro modelo de negócios. Quais foram as principais barreiras que vocês precisaram vencer para inovar?

Bruno Abdelnur: Eu não enxergo a Rabisquedo como uma startup, nunca enxerguei. Nós somos uma empresa com uma cultura startup. De fato nosso negócio tem inovação, mas não em tecnologia, pois trabalhamos com artesanato em nosso produto principal.

Uma das principais barreiras foi a descoberta e o posicionamento do mercado para o produto personalizado (Rabiquedo Personalizado) pois não tínhamos parâmetros e no início era algo muito abstrato para o cliente. Outra barreira foi como lidar com a produção já que estamos tratando com artesãs e o trabalho é artístico e personalizado. Foi preciso definir padrões de qualidade e processos de produção diferenciados.

YouTube Preview Image

 

A exclusividade dos brinquedos é, sem dúvida alguma, um dos maiores diferenciais da Rabisquedo. Ao transformar desenhos em sonhos reais, quais são os cuidados necessários para não desagradar o público infantil que hoje já é tão exigente quanto o adulto?

Bruno Abdelnur: Um produto personalizado possui um processo de venda e produção totalmente diferente de um produto padrão, desde o tempo de confecção até o acompanhamento da entrega do produto e a experiência de uso pela criança.

Os principais cuidados que tomamos com o Rabisquedo Personalizado é entender o contexto em que o desenho foi feito e qual a idade da criança. Com isso as artesãs conseguem assimilar os detalhes do desenho e transformá-lo em realidade. Todos os detalhes e proporções do desenho são seguidos rigorosamente pelas artesãs.

 

Em quais mercados a Rabisquedo atua? Quais são os maiores desafios para uma startup que atua neste mercado?

Bruno Abdelnur: Basicamente atuamos no mercado de criatividade infantil e isso inclui educação, brinquedos pedagógico e paradidáticos, então muito abrangente. O mercado infantil e principalmente de criatividade é bem vasto e com muitas oportunidades.

O grande desafio é criar produtos que acompanhem o ritmos das crianças e que ao mesmo tempo gerem uma fácil percepção de valor aos pais, pois é um mercado onde a massificação domina.

 

Na sua opinião como empreendedor, 2015 será um ano de oportunidades para os negócios e para a Rabisquedo? Existem planos de expansão da marca?

Bruno Abdelnur: Este ano conseguimos testar alguns modelos de negócios e produtos e isso gerou um aprendizado gigantesco. Hoje temos alguns produtos e modelos de negócios validados e estamos mais maduros sobre outros que estão sendo testados.

Acreditamos muito que em 2015 vamos crescer ainda mais (em comparação a este ano). Temos projetos para trabalhar com impressão 3D, franquias online e offline (quiosques em shoppings), projetos socioculturais, licenciamento de personagens e expansão internacional – considerando Estados Unidos e Europa.

 

O Natal está chegando… que tal um presente único e personalizado? Acesse agora mesmo site da Rabisquedo e solicite o seu.

Não deixem de acompanhar também todas as novidades da Rabisquedo e dos outros projetos do Bruno Abdelnur nas redes sociais: Kriativar e Skedo Toys.


Se você tem sugestões de entrevistados que gostaria de ver aqui no Startup Sorocaba, encaminhe para contato@startupsorocaba.com. Gostou dessa entrevista? Leia todas as entrevistas do Startup Sorocaba.

Compartilhe:

Quando falamos de startups estamos falando explicitamente de novos modelos de negócios inovadores também. Logo, em meio ao desafio de sobreviver em um mercado altamente competitivo, pequenas e grandes empresas de todo o mundo se veem frente a um paradigma: a necessidade x a capacidade de inovar. É ou não é verdade? 

Antes de responder a essa pergunta, vamos rever o conceito de inovação.

 

Mas afinal o que é inovação?

 

inovacao-disruptiva

Inovação é a aplicação com sucesso de uma NOVA ideia, de forma radical ou incremental.

 

Inovação é a aplicação com sucesso de uma NOVA ideia, de forma radical ou incremental.

A inovação radical (também conhecida como disruptiva) é responsável por abrir novos mercados, quebrar os paradigmas pré-estabelecidos e por criar ou mudar um setor de consumo.

Já a incremental, como o próprio nome sugere, revê, combina e adapta processos ou produtos que já existem com novas ideias com o objetivo de reduzir custos, aumentar a produtividade ou melhorar as margens de lucro.

A inovação é, sem dúvida alguma, pauta de muitas discussões principalmente no meio das startups, ambiente onde novas ideias precisam ser lançadas e testadas no mercado rapidamente. 

Independente da forma como a sua startup atuará, se na adaptação de um modelo de negócios ou se na execução de uma nova ideia, uma coisa é certa: o mais importante é sempre ter um diferencial que seja compreendido como valor pelo mercado e pelos consumidores.

 

3 motivos para sua startup adotar a inovação disruptiva

 

startup

Inovação disruptiva: utilizar ou não utilizar, eis a questão!

 

Seguir um modelo que já deu certo pode garantir a sobrevivência da sua startup por determinado período, mas isso não é e jamais será sinônimo de sucesso duradouro, afinal novas startups e inovações surgem todos os dias. 

Sim. Ninguém está a salvo de ser copiado e ter a sua tecnologia ou mesmo modelo de negócios melhorados por um novo player. Provavelmente a sua própria startup também tenha sido resultado do aprimoramento de uma ideia de outra empresa antiga, como aliás, a maioria por aqui, mas por mais fácil que isso possa parecer num primeiro momento, ser referência com uma nova ideia ou mesmo categoria ainda poderá elevar a sua startup a um novo “porto seguro”, em ambientes menos concorridos.

Confira abaixo 3 motivos para sua startup adotar a inovação disruptiva:

 

  1. O ineditismo é uma excelente proposta de valor: o mercado e os consumidores são ávidos por novidades.
  2. Inovações radicais tendem a render uma receita maior: o número de adesão de novos usuários é bem maior e por menor que seja a sua margem de lucro, você pode ter maiores ganhos com o giro;
  3. A inovação disruptiva pode ser mais simples do que parece: muitas vezes a solução para uma nova ideia pode estar mais próxima do que você imagina. Negócios simples são altamente escaláveis, lembre-se disso.

 

Não há problema algum em “se inspirar”, “copiar” ou “adaptar uma ideia”, mas é preciso E-V-O-L-U-I-R! Nacionalizar modelos que deram certo lá fora também pode ser uma grande roubada, afinal vivemos em outra realidade, regulada por um ecossistema completamente diferente.

Portanto, evolua. Faça algo novo ou de forma diferente. Inove. Pense fora da caixa. Ah, e uma vez tendo inovado e descoberto o seu diferencial, não se esqueça de vencer o comodismo – e isso não apenas para garantir sua posição no mercado e sua própria sobrevivência, mas para reinventar-se sempre que necessário, alcançando lugares ainda mais privilegiados.

Go! Go inovadores!

E você? O que pensa sobre o assunto? Compartilhe conosco sua opinião.

 


E você, o que pensa sobre o assunto? Gostou do artigo? Compartilhe conosco sua opinião. Não gostou? Acha que podemos melhorar? Então nos ajude a aprimorar nosso trabalho.

Siga o Startup Sorocaba no Facebook e cadastre-se para receber nossa newsletter e para ser informado sobre todas as novidades.

Compartilhe:

Ideia: tive uma e agora?

 

Não se iluda! Nem sempre o momento “Eureka” ou aquela sua “ideia brilhante” irá corresponder a algo realmente viável do ponto de vista de negócios – e o importante, neste caso, é que seja, já que aqui no Startup Sorocaba estamos falando de novos negócios, não é mesmo? Ah, e lembre-se também de que esse é um dos principais pontos avaliados pelos investidores.

Embora pareça simples, muitas vezes deixamos de responder a uma pergunta muito básica e indispensável: sua ideia e/ou sua startup solucionam que problema?

(Se você também não soube responder imediatamente a essa pergunta, não se preocupe! Vale o exercício de parar e pensar…).

 

Responda: sua ideia soluciona que problema?

Responda: sua ideia soluciona que problema?

 

Os 3 tipos de respostas sobre a sua ideia

 

As três possíveis respostas para essa pergunta serão:

 

  1. Nenhum: cuidado! A sua ideia pode ser a melhor ideia do mundo, mas se não tiver alguém que a compre (no sentido figurativo ou literal mesmo) não fará nenhum sentido continuar a desenvolvê-la ou mantê-la. E é justamente neste ponto que muitos empreendedores falham: ao criar algo que só faz sentido para eles e que no fim, não chega a ser atrativo em nenhum aspecto – e obviamente por esse motivo não pode ser um modelo de negócios replicado e tão pouco escalável. A dica aqui portanto é: #desapega!
  2. Vários problemas: cuidado redobrado! Muitas vezes a falta de foco pode fazer você gastar tempo e recursos adicionais que poderiam ser melhor utilizados se você focasse em solucionar apenas um problema por vez. É melhor ser reconhecido como excelente em alguma coisa, do que mais ou menos em muitas outras. Uma dica muito importante e que pode ajudá-lo(a) a direcionar seus negócios é investir em nichos, ou seja, em grupos menores do mercado que não estão sendo atendidos ou que são atendidos mas de forma insatisfatória. Isso certamente reduzirá as chances da sua startup dar errado.
  3. O problema “X”: ótimo, mas por melhor que seja a sua ideia ela ainda não vale nada, antes de validá-la com os possíveis clientes. A dica aqui é teste tudo o quanto antes! Não espere ter investido tempo e dinheiro suficientes para descobrir que a sua ideia não era tão boa assim, quanto você pensava… 

 

Geralmente a(s) resposta(s) levam em consideração o motivo pelo qual você decidiu criar a sua startup, um problema já vivenciado por você ou por alguém próximo, ou consideram ainda uma oportunidade de mercado.

Lembre-se de utilizar sempre essa(s) resposta(s) no pitches, apresentações para investidores e/ou mesmo na apresentação do seu produto ou serviço, afinal, se nem você mesmo souber explicar o que a sua startup faz é porque alguma coisa está errada… 

 

Problema x Solução

 

problemas-solucoes

Uma ideia deve ser antes de tudo a resposta para um problema

Então, que problema a sua startup resolve?

Depois de ter respondido a pergunta mais importante de todas é hora de confirmar se você estava mesmo certo. Mas, como assim? Isso mesmo, é preciso validar a sua ideia com as pessoas que já convivem com o problema (ou dor) que você pretende solucionar ou para aquelas que não desejam ter um problema similar futuramente.

Em breve vamos falar  aqui no Startup Sorocaba sobre como e porque validar a sua ideia e se você ainda tiver dúvidas, talvez essa questão fique um pouco mais clara.

Mas voltando a questão da ideia e caso a sua resposta para a pergunta acima tenha sido “nenhum”, para tornar qualquer ideia ou fazer de qualquer ideia, uma ideia brilhante, ou seja, para que ela seja viável é preciso que a sua ideia:

  • Seja simples: do ponto de vista da execução, da promoção, etc. Boas ideias são autovendáveis, conceituais, simples. Inovar muitas vezes significa também não reinventar a roda. 
  • Seja a solução para um problema: todas as startups de sucesso desenvolveram um produto ou serviço que resolvem um problema real, facilita a vida das pessoas, faz com que elas ganhem tempo, evitem preocupações e, geralmente, representam uma vantagem clara em relação à saúde, segurança, etc.

 

 

Não venda ideias. Venda soluções!

 

Um dos erros mais comuns que as startups cometem é tentar resolver problemas que ninguém possui (Paul Graham – Y Combinator, uma das maiores incubadoras do mundo)

 

Para ter sucesso a sua startup deve ser cada vez mais centrada no consumidor e não no produto, como há algum tempo atrás. Assim, lembre-se de que o seu negócio deve investir na resolução de um problema que o consumidor tem e que realmente o incomoda ou que quer evitar, e isso pode se aplicar as soluções para outras empresas também (B2B).

Startups que não compreenderem essa mudança infelizmente entrarão para o grupo daquelas empresas que são criadas e extintas rapidamente.

Ah, e um último recado: é muito importante que se ame o que se faça. No entanto, acredite: se isso tiver valor para outras pessoas, você aprenderá a amar ainda mais o que você faz! 


E você, o que pensa sobre o assunto? Gostou do artigo? Compartilhe conosco sua opinião. Não gostou? Acha que podemos melhorar? Então nos ajude a aprimorar nosso trabalho.

Siga o Startup Sorocaba no Facebook e cadastre-se para receber nossa newsletter e para ser informado sobre todas as novidades.
Compartilhe:

Embora pareça muito diferente de tudo o que se defende hoje em dia (principalmente no que se diz respeito ao trabalho em grupo), estudos recentes afirmam que, de fato, a introversão pode ser considerada um fator positivo para a criatividade e inovação. É o que garante Susan Cain no livro “Quiet: The power of introverts in a world that can’t stop talking” – em português, algo como “Silêncio: o poder dos introvertidos em um mundo que não para de falar”.

 

A vez dos tímidos

 

a-vez-dos-timidos-startup-sorocaba

Vencendo a timidez: o poder dos introvertidos

Você certamente conhece alguém que, na família, sala de aula ou mesmo na empresa parece estar sempre “curtindo o seu mundinho em silêncio” e essas pessoas não raramente são alvo até de piadas e de olhares discriminatórios (algo entre 30% e 50% de pessoas de uma sociedade são discriminadas).

Quiet desperta a consciência justamente para o quanto se perde ao subestimar as pessoas mais introvertidas e mais, levanta ainda uma importante questão: o desenvolvimento de talentos. 

O fato é que, se soubéssemos das contribuições da instrospecção, poderíamos até incentivar a criação de ambientes mais propícios para a inovação. Sim! No entanto, é claro que deve haver sempre um equilíbrio, mas convenhamos: um momento a sós às vezes nos cai bem (e não tenha vergonha de assumir isso!).

Portanto, se você é uma dessas pessoas que preferem ficar quietas (ao invés de se promover a todo momento), se vê altamente disciplinada e também é extremamente focada em resultados, não se sinta como um estranho ao adotar esse comportamento. Saiba que hoje já é possível utilizar a timidez a seu favor.

 

Você se considera tímido ou extrovertido?

 

Segundo Carl Jung os dois termos são a própria definição de uma personalidade que influenciará a maneira como você vive, se relaciona e de maneira geral tudo mais o que você fizer.

Para Cain a melhor forma de responder a essa pergunta é analisar a maneira como as pessoas respondem aos estímulos:

 

Os introvertidos se sentem mais vivos, com mais energia e envolvidos com a atividade que realizam quando estão em ambientes tranquilos. Os extrovertidos, ao contrário, anseiam por ser estimulados e, quando não obtêm incentivos suficientes, começam a ficar entediados e infelizes.

A autora defende ainda que um dos maiores erros que cometemos hoje em dia é definir os tímidos como antissociais.

Eles simplesmente são diferentes; preferem tomar alguma coisa com um amigo em vez de ir a uma grande festa. 

Portanto, é preciso antes de mais nada ignorar o estereótipo do “extrovertido ideal” que muitas vezes acaba servindo como um padrão a ser seguido. Acredite: esse ideal social só favorece as pessoas que são naturalmente carismáticas e que se sentem a vontade sendo o centro das atenções em qualquer ambiente.

 

Como os tímidos lideram?

 

É muito menos provável que um tímido se candidate a uma vaga de liderança, no entanto, segundo a autora, isso não quer dizer que uma pessoa calada não pode ser poderosa ou obter êxito em sua gestão ou nova posição social.

Esse é o caso dos tímidos que conseguem ascender a posições de liderança (dentro e fora do ambiente de trabalho). Um estudo da Wharton University descobriu que líderes retraídos obtêm mais de seus funcionários porque tendem a lhes dar mais autonomia para pôr em prática suas ideias, enquanto os extrovertidos geralmente costumam imprimir a sua marca em cada nova iniciativa.

Essa teoria pode ser ainda alinhada à ideia de Jim Collins em Good to Great: Empresas feitas para vencer (ed. Campus/Elsevier), quando o autor identifica os “líderes de nível 5” como um fator das empresas bem sucedidas. As pessoas que trabalharam com esses líderes as descreveram como calados, humildes, reservados, tímidos, engraçados, afáveis, honestos, ou seja, pessoas facilmente subestimadas.

 

O poder dos tímidos

 

Quando se trata de inovação e criatividade a adesão ao “extrovertido ideal” talvez esteja criando um dano significativo para as empresas: “psicólogos descobriram que as pessoas mais criativas tendem a ser retraídas. Elas precisam passar um tempo em solidão para pensar e criar por si mesmas. No entanto, as escolas e organizações, em vez de respeitar isso, pioram as coisas ao não dar a privacidade e autonomia a ninguém”.

E já que estamos falando de inovação, embora talvez você ainda não saiba, algumas pessoas tímidas foram responsáveis por grandes conquistas e feitos que hoje são tidas como referências: Darwin e a teoria da evolução, Van Gogh e suas obras, Einstein e a teoria da relatividade, entre muitos outros.

Boa parte dos líderes transformadores também foram pessoas introvertidas (e nem por isso deixaram de ter menos destaque). Esse foi o caso de Roosevelt, Gandhi.

Assim, acredite: sua timidez também pode fazer com que você dê o melhor de si!

 


E você, o que pensa sobre o assunto? Gostou do artigo? Compartilhe conosco sua opinião. Não gostou? Acha que podemos melhorar? Então nos ajude a aprimorar nosso trabalho.

Siga o Startup Sorocaba no Facebook e cadastre-se para receber nossa newsletter e para ser informado sobre todas as novidades.

Compartilhe: