Por que o Google é o sucesso que é na internet? Porque a marca Google está entre uma das mais preferidas entre os usuários da grande rede? Por que, mesmo sendo uma gigante tecnológica e do volume de dados o Google ainda é sinônimo de simplicidade?

O sucesso do Google está baseado, entre outros, em 20 regras básicas que você pode e deve copiar e adaptar em sua startup, em relação ao seu posicionamento na internet.

 

20 regras do Google que você PODE e DEVE aplicar em sua startup

 

  1. Regras da Relevância: se você quiser se posicionar em qualquer mercado altamente competitivo, precisará fazer sua startup, produto(s) e serviço(s) ser relevante à tarefa ou decisão em questão.
  2. Beneficie-se da sabedoria das multidões: Os algoritmos de recomendação levarão em consideração o que os outros pensam a seu respeito. Para garantir que a sua marca receba aprovação, você precisará escutar e responder às multidões antes de reuní-las ao seu redor.
  3. Mantenha a simplicidade: por mais esperta que a inteligência artificial possa ser, ela nem sempre favorecerá a simplicidade. Facilite para os aplicativos assistentes – e seus usuários – saberem o que você faz e onde encontrá-lo.
  4. A importância da atitude mental: apesar de que, no futuro, será evidente quando e onde as pessoas estarão no modo de compra, buscar essas oportunidades hoje assegurará que você se mantenha popular – e ainda vivo, por sinal – quando os aplicativos assistentes assumirem o controle.
  5. Esteja onde o seu público está: na esperança de inserir a sua marca em toda categoria relevante possível de tomada de decisões, você precisará desconstruí-la e distribuí-la onde quer que o seu público estiver, física e virtualmente.
  6. Não interrompa: com as pessoas conversando com as informações, você será tentado à interromper o processo para uma mensagem abertamente comercial. Não faça isso.
  7. Aja como o conteúdo: os aplicativos assistentes falam a linguagem digital, não analógica. Os inputs que eles buscam agirão como conteúdo – conteúdo digital.
  8. Teste tudo: a encontrabilidade ambiente é um território desconhecido. A única maneira de verdadeiramente saber o que funcionará – e continuará funcionando – é testando tudo.
  9. Monitore tudo: os passos do processo de tomada de decisões dos aplicativos assistentes podem ser opacos, mas os inputs e outputs ainda serão controláveis. Monitorar tudo, lhe mostrará quando e por que a sua marca foi ou não recomendada.
  10. Deixe que os dados decidam: ao ponderar quais produtos e posicionamentos lhe darão uma vantagem nos algoritmos de recomendação, deixe que os dados decidam.
  11. As marcas podem ser respostas: não importa se quem estiver fazendo as perguntas for um humano ou um aplicativo assistente, as marcas também são respostas. Mas, se você quiser uma resposta, precisará saber a quais perguntas você pode responder.
  12. A sua proposição única de vendas é crítica: você também precisará se certificar de poder responder às perguntas melhor do que qualquer outro, com a sua proposição de vendas (proposta de valor).
  13. A sua concorrência é maior do que você pensa: os aplicativos assistentes não pensam em termos de categorias convencionais. As pessoas não os instruirão a escolher o melhor carro de aluguel. Elas perguntarão como chegar do ponto A ao ponto B. Se você estiver na categoria convencional de aluguel de carros reconheça que está concorrendo com tudo, desde o transporte público a andar a pé.
  14. Você pode aprender muito com uma consulta: se você achava que tinha muito a aprender com as consultas de buscas de hoje, imagina os ricos insights que obterá de vários tipos de recomendações que as pessoas procuram ou instruções que dão aos aplicativos assistentes.
  15. O sexo vende: os aplicativos assistentes provavelmente não reagirão de forma diferente a mensagens sexualmente carregadas. Apesar disso, as pessoas sempre terão uma reação diferenciada ao sexo. Se a resposta que elas receberem as deixarem constrangidas, elas vaiarão.
  16. O altruísmo vende: de forma similar, os aplicativos assistentes podem não conseguir saber a diferença entre bem e mal, mas seus programadores (e usuários) saberão. Eles, sem dúvida alguma, favorecerão as empresas que se comportarem bem.
  17. Mostre o que você tem: também será fundamental para as startups neste cenário, ter vários ativos digitais para lidar com qualquer necessidade potencial não satisfeita que uma ferramenta de decisão ou recomendação possa expor. Isso vai além das consultas transacionais. Crie ativos voltados a instruções para buscar entretenimento e/ou informação.
  18. Quanto mais espaço na prateleira, melhor: distribua amplamente os ativos da sua startup via API e outros formatos, de modo que os aplicativos assistentes possam acessá-los nas prateleiras de sites e avaliações e outros pontos de agregação que serão utilizados para tomar decisões.
  19. Crie uma grande história para a sua empresa: por mais eficazes que os aplicativos assistentes se tornem em fazer recomendações, sempre recorreremos às opiniões de nossos amigos e parentes. E os melhores aplicativos assistentes incorporarão as opiniões de amigos e familiares em suas recomendações. Dê-lhes uma razão para falar sobre você, sobre sua startup, sua solução. Dê-lhes uma história a contar.
  20. Não conte apenas com o marketing de ferramenta de busca: não fique obcecado com o SEM. O futuro é o SAM – marketing de busca e ação (search-and-act). E lembre-se de que o aplicativo assistente muitas vezes operará no fundo do funil. As pessoas ainda precisarão de um estímulo para buscar uma recomendação ou dar uma instrução.

 

Os segredos do Google

 

Acreditamos que você como empreendedor, até possa conhecer e talvez já aplicar em seu negócio algumas dessas regras de marketing digital, no entanto, temos certeza de que, sabendo que empresas como o Google são ao mesmo tempo tão grandiosas e tão simples, realmente nos faz pensar que muitas vezes não é necessário “reinventar a roda” para destacar a sua startup na internet.

O que você já faz e pode ser melhorado? O que ainda não faz e deve passar a fazer? É a sua vez de ser como o Google!


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Seja você do meio empreendedor ou não é comum ouvir a frase “o que não é medido, não pode ser gerenciado”, mas será que essa mesma frase se aplica a sua startup? Qual a real importância das métricas para negócios em fase inicial?

 

Métricas, métricas, métricas

 

Via de regra métricas devem ser sinônimo de resultado. Logo, podemos dizer que implementar e acompanhar as métricas é analisar o andamento, desempenho, desenvolvimento, evolução do seu negócio. Mas definir quais métricas são mais importantes para sua startup, bem como a melhor maneira de monitorá-las exigem alguns cuidados.

As métricas podem e devem variar conforme o estágio da sua startup, mas quase sempre estão associadas a aquisição de usuários e vendas, dois dos indicadores mais críticos de uma startup, já que sem usuários é impossível vender e sem vender nada de receita, concorda?

Mas antes de definir quais métricas utilizar é importante que você responda algumas perguntas básicas, como:

  • O que você precisa avaliar? Qual é o objetivo?
  • A métrica mais indicada é quali ou quantitativa?
  • Qual a relevância destes dados?
  • Por quanto tempo você irá mensurar?
  • Qual o método de coleta, compilação, análise dos dados?
  • Como irá apresentar os resultados? Para quem?
  • Qual é a ação estratégica para tomada de decisão baseada na análise das métricas?

 

Tendo uma ideia ou as respostas, você já pode partir para a ação! Ah, aproveite também as dicas a seguir, que podem ajudá-lo(a) a iniciar o trabalho com as métricas.

 

5 métricas essenciais para sua startup

 

Em meio a tantas áreas, indicadores e siglas existem 5 métricas que são essenciais para sua startup, segundo Dave McClure (fundador da 500 startups – uma das maiores aceleradoras do mundo).

 

Métricas do Pirata

 

Também conhecidas como AARRR (das iniciais em inglês e, segundo Dave esse é o som que um pirata faz), essas métricas ajudam a definir os principais indicadores relativos ao crescimento da sua startup.

 

Startup Sorocaba: 5 métricas essenciais para sua startup – Métricas do pirata

 

  1. Aquisition (aquisição): forma com que você atrai os potenciais clientes – prospects – para sua base. Indicadores comuns: % crescimento da base,  número de visualizações ou downloads, CAC (Custo de Aquisição de Clientes).
  2. Activation (ativação): a métrica ativação está relacionada ao número de usuários ativos em sua base, ou seja, aqueles que de fato foram convertidos e interagem com sua solução. Indicadores comuns: % conversão, % aumento no número de usuários, ticket-médio.
  3. Retention (retenção): outra métrica muito importante, a retenção diz respeito a forma com que você retem seu cliente por mais tempo em sua startup. Baixas taxas de retenção podem ser um importante indicador que de que você precisa rever sua proposta de valor ou público-alvo. Indicadores comuns: % recompra, % churn, LTV (Lifetime value).
  4. Revenue (receita): capacidade de gerar receita. Essa métrica está relacionada à capacidade de escalar da sua startup (escalabilidade). Indicadores comuns: incremento no faturamento e no lucro.
  5. Referral (recomendação): métrica associada a viralização do seu negócio. Clientes satisfeitos indicam outros clientes e isso pode fazer com que você cresça rapidamente. Indicadores comuns: indicações, coeficiente viral, % member get member.

 

5 erros mais comuns na implementação de métricas nas startups

 

Acredito que você, assim como nós já compreendeu a importância de adotar métricas na sua startup, mas também é interessante saber o que não fazer, evitando assim desperdício de tempo e dinheiro, além é claro, do risco de tomar decisões erradas ou de não tomar decisões.

Confira os 5 erros mais comuns na implementação de métricas nas startups:

 

  1. Paixão pelos números: uma das dicas mais valiosas em relação às métricas é: não se apaixone pelos números. Likes é diferente de lucro. Sim, nós sabemos que ter o reconhecimento da sua startup no mercado além de prestígio, pode trazer potenciais clientes, mas cuidado para não fazer da sua startup uma startup-relâmpago, daquelas que a gente vê nas capas das revistas e que depois somem na mesma velocidade em que surgiram. #Desapega!
  2. Métricas da vaidade: também associada a paixão pelos números citada acima, as métricas da vaidade são aquelas que servem apenas para “inflar o ego”. Você até pode sustentar o posicionamento da sua startup baseado nessas métricas, durante algum período, no entanto, é preciso gerar resultado de fato. Saber o que realmente importa e dar foco. Lembre-se de que foco é sinônimo de velocidade no mundo das startups.
  3. Análises isoladas: números por números muitas vezes não querem dizer nada e podem levar a decisões errôneas, equivocadas e isso pode custar muito caro. Ao analisar um dado que talvez não esteja tão claro, procure estudá-lo mais a fundo para compreender sua origem e/ou suas consequências. 
  4. “Analysis Paralysis”: as métricas devem ser utilizadas para tomada de decisão, como já dissemos. Não caia no erro de ficar dias, meses, anos apenas analisando os dados sem aplicar inteligência e utilizá-los de maneira a tornar o seu negócio mais eficiente, competitivo.
  5. “Até quando eu erro, eu acerto”: contra fatos não há argumentos, então fazer vista grossa para um problema ou indicador negativo da sua startup pode custar o seu sucesso. Na dúvida sobre uma métrica você pode fazer um teste A/B ou adotar alguma outra estratégia para revalidá-la, mas não se faça de cego! Persistência é diferente de teimosia.

 

E você, utiliza alguma métrica para acompanhar o desempenho da sua startup? Conte para gente!

 


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