10% dos empreendedores conseguem construir uma empresa com mais de dez funcionários e apenas 1% dos negócios sustenta taxas de crescimento acima de 20% por 3 anos seguidos. (Fonte: IBGE)

E você sabe o que 1% dos empreendedores fez para alcançar o crescimento acelerado?

Buscou ajuda externa. Infelizmente, quase metade dos empreendedores brasileiros não procuram auxílio para resolver seus problemas, sendo que três, entre quatro deles estão ligados à falta de conhecimento.

No entanto, a falta de acesso às informações não deve ser usada como desculpa, ainda mais na era da Internet, onde temos quase todo tipo de recurso disponível, e com a existência de instituições especializadas que oferecem programas de incentivo aos empreendedores e potenciais empreendedores.

Mas só encontra ajuda quem corre atrás. Então, se você está aqui, já ganhou alguns pontos de vantagem! Como eu posso ajudá-lo? Aí vai uma lista de 5 diferentes organizações que oferecem apoio e conteúdo de qualidade aos empreendedores:

  • Sebrae

Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, que, há mais de 40 anos, atua com foco no fortalecimento do empreendedorismo e na aceleração do processo de formalização da economia. Além de programas, consultorias e cursos presenciais, o Sebrae possui uma plataforma de ensino a distância com mais de 29 cursos gratuitos.

www.sebrae.com.br

  • Endeavour

Organização líder no apoio de empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em 20 países e com 8 escritórios no Brasil. Disponibiliza vídeos, artigos e materiais para download gratuitamente e uma seção com diversos cursos online (pagos) em seu portal.

www.endeavor.org.br

  • Coursera

O Coursera é uma plataforma de ensino que realiza parcerias com as melhores universidades e instituições de ensino em todo o mundo para oferecer cursos on-line. Os cursos são abertos a todos e ainda há um programa de incentivo financeiro.

www.pt.coursera.org

  • Aceleradoras e Incubadoras

Quase toda grande cidade hoje possui uma ou mais entidades que apoiam startups com serviços de mentoria, espaço compartilhado, venture building, consultoria e investimento. Vale a pena buscar aquela que mais se adequa ao perfil do seu negócio.

  • Bancos

O banco é um dos principais interessados em fazer a sua empresa funcionar. Vários deles possuem programas para desenvolvimento de empreendedores e linhas de crédito específicas para diferentes tipos de negócio.

Você conhece outras organizações ou tem dúvidas como iniciar ou gerenciar um negócio? Compartilhe com a gente!

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Quando desejamos ser empreendedores, a expectativa de nos tornarmos nosso próprio patrão, aplicar esforços e investir em nosso próprio negócio é muito emocionante!

 

Se você está considerando se tornar um empreendedor, provavelmente já leu ou ouviu diversas histórias de empresas que se tornaram um grande sucesso da noite para o dia e até de outros empreendedores que finalmente se sentiram felizes e satisfeitos com o trabalho que estavam desempenhando em suas próprias empresas. Flexibilidade, motivação e desafio, para não citar outros, são verdadeiros elementos do empreendedorismo e que fazem toda batalha valer à pena! Mas é preciso lembrar que é pouco provável que você experimente o mesmo nível de sucesso e realização logo nas primeiras semanas ou meses da sua jornada empreendedora e que o “sucesso instantâneo” é, na verdade, resultado de um trabalho exaustivo, de tentativas e também de erros.

Então, a minha dica é para que comece a sua jornada empreendedora morando a expectativas. Leia as 7 verdades que ninguém nunca te contou sobre se tornar um empreendedor:

 

1.Você não vai ganhar dinheiro imediatamente

Nem sempre é preciso de muito dinheiro para iniciar um negócio. Dependendo do nicho, o investimento pode ser mínimo. No entanto, para a maioria das empresas, os primeiros anos de operação geram mais custos do que lucros e, como resultado, é possível que você não receba um salário durante vários meses. Por isso, é preciso se planejar com antecedência e, assim, poder contar com suas economias pessoais para suprir suas despesas básicas de vida.

 

2. Sua vida pessoal será impactada

Muitas vezes você precisará trabalhar por longas horas, em alguns casos em casa e até mesmo ficar de plantão durante a noite ou aos finais de semana para solucionar imprevistos relativos ao seu negócio. Também é possível que enfrente um período de estresse com a nova realidade financeira e poderá se distrair constantemente pensando nos assuntos da empresa. Isso significa que é preciso maturidade para lidar com os impactos desse novo cenário.

 

3. Você não fará somente coisas que ama

Como CEO da empresa você terá que desempenhar diversas funções ao mesmo tempo. Certamente você fará algo que realmente ama, mas em determinados momentos, também será o administrador, o técnico, o supervisor, o gerente de RH e o vendedor. Por mais que esteja animado para desempenhar todas estas funções, com o passar do tempo, isso poderá desgastá-lo e desanimá-lo.

 

4. Você vai ter que lidar com as suas emoções

Você passará por altos e baixos, é normal. Haverá momentos em que se sentirá feliz e motivado e outros em que se sentirá desanimado, frustrado e inseguro. Lembre-se que sua produtividade e sua tomada de decisão não devem ser influenciadas por suas emoções. Afinal de contas, você não deseja colocar o futuro da sua empresa em risco por conta de um período de estresse, certo? Por isso, considere investir no autodesenvolvimento e aprender a lidar de maneira inteligente com essas oscilações emocionais.

 

5. Nada irá acontecer da maneira que você pensa

O planejamento é muito importante para o sucesso do seu negócio. Mas não importa o quanto tenha detalhado os primeiros passos necessários para sua empresa ou o quanto tenha pesquisado o mercado, é impossível prever todas as coisas. Portanto, como empreendedor, você será obrigado a se adaptar e levar em consideração que, para obter sucesso, nem sempre poderá fazer as coisas do seu jeito.

 

6. Você terá que tomar decisões difíceis

Como dono da empresa, você será o principal responsável pela tomada de decisão e, durante todo seu mandato, você terá que tomar decisões difíceis, que muitas vezes envolverão alto nível de estresse. Você terá que mudar a direção da sua empresa. Você terá que se separar de sócios ou parceiros. Você terá que demitir pessoas.  Essas decisões nunca são fáceis, mas têm de ser tomadas e um empreendedor deve aprender a lidar com essa responsabilidade.

 

 7. Você irá falhar

É preciso lidar com o fato de que toda sua empresa pode falir. Mesmo que isso não aconteça, sempre haverá uma ou outra falha, grande ou pequena, que poderá impactar seus planos e comprometer sua visão para o negócio. A falha é inevitável e essencial, faz parte do empreendedorismo. Embora os empresários, mesmo os de primeira viagem, tenham consciência disso, raramente as falhas são aceitas com facilidade. O fracasso é um elemento presente e pode ser ainda mais assustador quando é você quem está no comando do negócio. No entanto, a habilidade de superar o fracasso e dar a volta por cima é o que separa aqueles que alcançaram o sucesso do restante.

 

Talvez estas verdades não pareçam muito animadoras, mas calma, meu jovem padawan, ao contrário do que você pode estar pensando, não estou tentando desencorajá-lo. Pelo contrário, o caminho do empreendedorismo é (e sempre deve ser) emocionante e extremamente recompensador para qualquer pessoa que o escolher. A minha intenção é ajudar você, parte de uma nova geração de empreendedores a se preparar para a realidade (às vezes dura) das empresas e, assim, compreender melhor os obstáculos que enfrentarão. Dessa maneira, estarão melhor preparados para a incrível e surpreendente jornada do empreendedorismo.

 

E o que você acha? Tem algo para acrescentar a essa lista? Compartilhe com a gente!

 


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Especialistas ainda divergem sobre este assunto. O fato é que com motivação suficiente, qualquer pessoa é capaz de empreender.

 

Não há dúvida de que algumas técnicas possam ser ensinadas. Mas, quando o assunto são competências e comportamentos, o debate é maior. Especialistas da área possuem opiniões distintas sobre o assunto. Afinal, empreendedorismo se ensina?

Vamos começar do começo.

Algumas características são inatas aos empreendedores. É possível listar algumas características comuns aos empresários de sucesso:

  • Habilidade interpessoal
  • Criatividade
  • Facilidade para fazer escolhas em momentos difíceis
  • Iniciativa
  • Capacidade de planejamento

E estes são apenas alguns exemplos.

No entanto, também podemos nos lembrar com certa facilidade casos de “nerds”, considerados introvertidos, que se tornaram milionários com suas inovações tecnológicas.

Então, qual é a regra para se tornar empreendedor?

 

O que eu quero dizer é que não há uma regra que irá determinar se você pode ou não se tornar um empreendedor. Não há estudos acadêmicos que comprovem a existência de um perfil empreendedor único com atributos obrigatórios para o sucesso. Portanto, isso nos leva a acreditar que a ausência de alguma característica inata também não impede um indivíduo de ser um grande empreendedor.

Ao longo da vida adquirimos diversas competências e, de uma maneira geral, é possível dividi-las em dois grupos:

Competências técnicas: todo conhecimento profissional adquirido formalmente (cursos técnicos, curso superior, etc) ou informalmente (práticas diárias, leitura, vivência, etc).

Competências comportamentais:  são aquelas que fazem parte das habilidades sociais, isto é, como lidamos com as situações no dia-a-dia. Por exemplo, liderança, habilidades para tomada de decisão, visão holística, resiliência, etc.

Dependendo dos estímulos que um indivíduo teve ao longo da sua vida, pode ter tido mais ou menos oportunidades de formar  tais capacidades.  Algumas delas se desenvolvem melhor em determinadas etapas da vida, podendo começar inclusive na infância.

A boa notícia é que todas elas podem ser aprendidas e também aprimoradas, seja mapeando, desenvolvendo e até mesmo adquirindo novos conhecimentos, habilidades e comportamentos.

A inteligência é muito mais abrangente que os testes de QI podem medir.

 

E se algo como “estou velho para aprender coisas novas” esteja passando pela sua cabeça, livre-se disso agora mesmo! Afinal, qualquer pessoa, independente da idade, tem a mesma capacidade de aprendizado, no entanto, os adultos necessitam de verdadeira motivação para o aprendizado. Nesta fase, é necessário saber o porquê é preciso aprender algo, qual será a utilidade disso e como o novo conteúdo irá se relacionar com o seu cotidiano.

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Livros, palestras, cursos, programas de capacitação voltados ao empreendedorismo, programas que promovem o autoconhecimento e o autodesenvolvimento, por exemplo, podem ajudar o empresário a adquirir o conhecimento necessário, eliminar as dificuldades e ganhar confiança.

Veja o que Flávio Augusto, empresário brasileiro e escritor, idealizador do projeto Geração de Valor, escreveu sobre aprender a ser empreendedor:

“É possível aprender a empreender, a construir projetos de grande valor para a sociedade e, por consequência, ser financeiramente recompensado por isso.

Isso se aprende da mesma forma que, desde a revolução industrial, a escola continua ensinando seus alunos a serem empregados das fábricas.

Não é difícil. É uma questão de treinamento que inclui, além da técnica, o aprendizado sobre uma forma de pensar fora da caixa.

É isso que me mantém aqui há 4 anos.”

Veja mais em: www.geracaodevalor.com

Podemos considerar, portanto, que é possível ensinar o empreendedorismo e quanto mais cedo um indivíduo for estimulado, melhor. Mesmo que, ao longo da sua jornada empreendedora, não consiga desenvolver uma determinada competência empreendedora considerada inata, tudo bem, pois sempre é possível compensá-la com alguma outra característica, basta disposição para assumir riscos e praticar a persistência, além de buscar incentivo e apoio necessários para começar a dar os primeiros passos.

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O 1° Ambiente Regional de Empreendedorismo e Inovação, o ‘Decola Inovação’ acontece no dia 25 de julho em Jundiaí. Idealizado pela In-Pulsa, em parceria com a Startup Sorocaba, o evento vai promover diversas atividades com objetivo de educar, inspirar e fortalecer o ecossistema de inovação do interior de São Paulo. Os convites para essa jornada empreendedora já podem ser adquiridos pelo site.

 

Ligamos os motores!  Não fiquem de fora dessa... Vamos decolar?

Ligamos os motores! Não fiquem de fora dessa… Vamos decolar?

 

Sobre o Decola Inovação

 

O Decola Inovação vai ter 10 horas de programação ininterrupta em espaço compartilhado e com diferentes núcleos de ação: O Núcleo Inovação – um espaço para conhecer startups de destaque na região, empresas que prestam serviços e instituições que oferecem ferramentas de apoio para startups. No Núcleo Conhecimento haverão workshops focados no empreendedorismo de inovação e um Pitch Fight – concurso de curtas apresentações de startups. Nesse espaço o visitante terá o Hacker Space, um ambiente onde o interessado poderá passar o dia tirando sua ideia da cabeça com a ajuda de mentores especializados em diferentes áreas e sair de lá com um modelo de produto pronto. O Núcleo Cultural terá ocupações de empreendedores culturais, e no palco principal o Núcleo Inspiração que vai receber 9 horas de palestras de empreendedores sociais de sucesso para motivar os visitantes e transmitir a mensagem de que o empreendedorismo é uma forte ferramenta de transformação social.

A inovação não é algo que surge de forma espontânea, é necessário investir no desenvolvimento de um ecossistema “Queremos fazer com que o empreendedorismo seja uma opção factível na vida dos jovens da região do interior de São Paulo. Acreditamos no impacto social que a inovação pode trazer para nossa sociedade, e na capacidade de transformação e empoderamento que o empreendedorismo tem” comenta Marina Arilha, idealizadora do evento.

O Decola Inovação é orquestrado pela In-Pulsa de Elisa Pereira e Marina Arilha e Danielle Vieira e Nathália Novaes do Startup Sorocaba. Suas experiências profissionais somam anos em ações de empreedodorismo e inovação social. Com uma política colaborativa e vertical conta também com apoio de seus diretores de área: Luciana Sanfins, Jennifer Payne, Milena Tobias, Camila Mocho e Juliana Fernandes, além do apoio institucional do SEBRAE, Associação Brasileira de Startups e patrocínio da Urso Propaganda.

 

Sobre a In-Pulsa

 

A In-Pulsa é um espaço de discussão, observação e de impulso da inovação no interior paulista e promove eventos, meetups, conexão, conhecimento, consultorias especializadas e treinamentos focados exclusivamente em INOVAÇÃO em Jundiaí e região. Entre outros eventos a In-Pulsa é conhecida principalmente por trazer até Jundiaí em 2014, o ‘Startup Weekend Jundiaí’ – o maior evento de empreendedorismo digital do mundo que impactou mais de 150 empreendedores da região.

 

Decola Inovação- Encontro Regional de Inovação
25 de julho de 2015
Horário: Das 10h00 às 22h00
Local: Complexo Argos
Convites no site: http://www.eventick.com.br/decolainovacao

 

Fiquem ligados nas atualizações do Decola Inovação e participe conosco dessa iniciativa, utilizando as hashtags #forcadointerior # decolainovacao

Site (com a programação completa): www.decolainovacao.com.br

Facebook: fb/decolainovacao

Twitter: @decolainovacao

Instagram: @decolainovacao

 


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Você realmente está disposto a empreender?

Esse foi um dos questionamentos que ouvi certa vez um grande empreendedor fazer a um de seus aprendizes. Pensando na resposta, me deparei com vários outros questionamentos que talvez também possam ser inquietações comuns.

Empreender não é exatamente como demonstrado naqueles filmes da Disney e nem tão pouco tão romântico quanto uma canção de Roberto Carlos. Sim. E aquela pergunta me fez realmente pensar nos reais motivos ou porquês: o que realmente faz uma pessoa empreender? O que leva uma pessoa de um cargo estável, a largar tudo e ir em busca de um futuro duvidoso?

 

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Você está disposto a empreender?

 

Então, será que você está realmente disposto a empreender?

 

Primeiro é importante saber que DISPOSIÇÃO é diferente de PREPARO. Você pode ser a pessoa mais preparada do mundo, mas se não estiver disposto de nada adiantará! Saber NÃO é fazer e não conheço uma pessoa sequer que tenha obtido êxito apenas com o seu conhecimento, ou seja, sem efetivamente ter colocado a mão na massa.

Por outro lado, apenas boa vontade não é suficiente. É preciso também dedicar tempo para empreender de maneira a minimizar os riscos, ou seja, estudar, observar, fazer e aprender. Mas lembre-se: escolhas assertivas são resultados de inúmeras tentativas, portanto, não espere acertar na primeira vez!

Dessa forma se você, além de disposto se sente preparado para uma vida cheia de aprendizados, certamente está PRONTO para empreender!

 

Mas por que empreender?

 

Agora que você já fez sua opção e provavelmente já tenha descoberto suas próprias razões, compartilhamos uma coletânea de motivações que também fizeram com que muitas pessoas decidissem empreender:

 

  1. A experiência leva ao aprendizado: por mais que insistam em dizer que a teoria ensina, você realmente só vai aprender na prática. É na execução que algumas teorias se confirmam e outras se invalidam completamente.
  2. Assumir riscos nos torna mais capazes: chega um certo estágio na vida em que assumir novos desafios é uma maneira de se “sentir vivo”. E o melhor mesmo é quando você pode fazer essas opções para provar para si próprio do que é capaz – e não meramente por uma exigência de outras pessoas ou pressão do próprio ambiente.
  3. Errar faz parte: quando você compreende que o erro é uma forma de aprendizado e que, justamente por esse motivo, errar também é importante, então pode dizer que está preparado para empreender. O erro é o ponto de partida para a evolução. Transforme seu medo em oportunidade para vencer. Lembre-se: o medo também nos move!
  4. Sonhar é de graça: mas ainda melhor que sonhar é realizar e a execução tem sim o seu preço (e quem disser que não estará mentindo!). O sucesso é resultado de muito trabalho e de inúmeros aprendizados. É uma verdadeira jornada do autoconhecimento que, uma vez iniciada é difícil parar (e quando você se ver muito mais motivado a executar do que teoricamente sonhar, entenderá do que estamos falando).
  5. O segredo do sucesso está na flexibilidade: mudar tantas vezes forem preciso, desde que para melhor. Saber quando insistir e quando desistir. Descobrir os próprios limites e muitas vezes, até mesmo superá-los. Empreender nos dá a chance de descobrir o próprio caminho.
  6. Existe um mundo além do seu! Empreender  nos permite abrir a mente para fatos que antes, por mais que soubéssemos que existiam, disfarçávamos muito bem e nos dá diretamente a co-responsabilidade de fazer as coisas acontecerem, quanto mais pessoas as pessoas creem em nossos projetos.
  7. Mesmo cansado é possível seguir:  quando você pensar que seu fôlego já não é mais suficiente, terá novamente uma sobrevida que será capaz de levá-lo a caminhos ainda mais longes.
  8. Cada escolha, uma renúncia: como aliás, em tudo na vida né! Você já ouviu dizer que Deus ajuda a quem cedo madruga? Portanto, não espere respostas fáceis e nem caminhos curtos. Tampouco conte com a sorte ou com amuletos mágicos. Acredite: quanto mais você trabalhar, mais sorte terá!
  9. Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida: é como já dizia Confúcio. Transforme sua paixão em negócio ou aprenda a gostar do que faz e verá que dormir tarde e acordar cedo, no fim das contas pode ser muito prazeroso e você verá em breve que os benefícios serão proporcionais ao seu esforço.
  10. A vida é muito curta para… não empreender! Se a sua desculpa para não empreender é dinheiro, você estará mentindo para si mesmo, afinal é possível empreender em qualquer local onde você esteja: empresa, comunidade, no seu próprio negócio. Se tiver que se privar de algo, que seja da acomodação!

 

Assim como em qualquer outra forma alternativa para a busca de realização pessoal e profissional, empreender tem lá seus momentos de glórias e de agruras, picos de motivação e de reflexões, mas tenha certeza: uma vez empreendedor, sempre empreendedor!

 

Lembre-se: empreender não é ter a certeza do caminho,

mas sim construí-lo a cada novo passo!  

 

Agora é com você! Vamos juntos?

 


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Alguma vez você já parou para se perguntar: O que é qualidade?? Não estou falando somente de qualidade de software, mas qualidade em geral. Nessas horas você pode estar pensando: “que pergunta mais idiota! É óbvio que qualidade é aquilo que é bom!!”. Porém, se você parar um pouco para pensar, quando conversamos com outras pessoas podemos perceber que nem sempre o que é bom para elas, também é bom para a gente.

 

Não precisamos fazer muito esforço para pensarmos num exemplo onde isso é claramente percebido: na famosa disputa entre iPhone e Samsung Galaxy. O que pode também te levar a pensar: “não vou nem perder o meu tempo, é óbvio que o Galaxy é mil vezes melhor que o iPhone já que no Galaxy eu consigo fazer inúmeras coisas que o iPhone me bloqueia.” Ou então, “o iPhone dá de mil no Galaxy já começando pelo seu design e qualidade de imagem e fotos e, além disso, ele não trava o tempo todo!” Enfim, existem características que te levarão a concluir o que você prefere, o que você acha que é melhor, ou seja, o que tem mais qualidade para você!

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Para piorar, no mundo da tecnologia, falando mais especificamente de software, as opções são inúmeras o que dificulta mais ainda a escolha do cliente. Mas o que os novos empreendedores, donos de empresas pequenas e StartUps não param para pensar é que muitas vezes os clientes escolhem o que é menos pior para eles. Afinal, quantas vezes não ouvimos alguém comentando que comprou um determinado produto que tem diversas funcionalidades por causa de apenas uma que atendia a sua necessidade?!

Mas por quê ao invés de fornecermos o “menos pior” não focamos no melhor? Ao invés de focarmos em várias funcionalidades diferentes, não gastamos nossos recursos naquelas que realmente rendem alguma coisa? E como fazer isso?

 

Como vocês podem ver medir a qualidade de algum produto não é uma tarefa fácil já que é um conceito muito subjetivo, mas tentarei ajudar com algumas dicas de como você pode começar a percebê-la utilizando números, ou seja, métricas. E para isso, fui obrigada a recorrer ao meu TCC no qual uma frase se destacou: “Tratando-se de qualidade existem três aspectos fundamentais que devem ser levados em consideração: as pessoas, tecnologia e gerenciamento.”

 

Esta frase isoladamente pode não fazer muito sentido, mas vou focar nos três aspectos e tentar traduzi-los de uma forma mais prática para que você possa utilizá-la no seu dia-a-dia. Começando pelo primeiro item e acredito que o mais difícil: pessoas. Quando leio pessoas nesta frase, leio clientes. E quando penso em clientes, a logo associo a  “Requisitos de Software“! Posteriormente farei mais um post exclusivo dando mais dicas práticas de como utilizá-los.

Já a tecnologia faz referência a ferramentas e recursos tecnológicos que você irá utilizar para auxiliar durante todo o seu desenvolvimento: desde o computador até, por exemplo, uma ferramenta de gerenciamento de requisitos gratuita, além da tecnologia em si que está sendo desenvolvida. Também farei um post dando dicas de quais ferramentas você pode utilizar para melhorar a sua gestão de qualidade. E, por fim, gerenciamento!  O gerenciamento vem através da definição de métricas de acompanhamento e como utilizá-las para aumentar a qualidade de seu produto já que não adianta apenas medir os valores sem utilizá-los.

 

Trazendo um pouco mais para o mundo Startup: o Lean Startup fala bastante sobre evitar o desperdício de dinheiro, tempo de trabalho e recursos! E por isso nele é pregado o constante feedback dos clientes, afinal, são eles que podem te dizer o que mais gostaram ou detestaram no produto! É possível perceber então, que a qualidade está diretamente ligada às necessidades do usuário! Ela é totalmente relativa e você deve sempre se perguntar e entender até que ponto o seu cliente consegue lidar com os problemas encontrados no software?

métricas-digitais

 

Outro ponto fundamental tanto para a Engenharia de Software tradicional como para o Lean Startup são as métricas! São elas que irão te direcionar e dar base para a tomada de decisão: devo pivotar ou continuar? É com elas que você tem as informações necessárias para medir o aprendizado obtido durante um ciclo de desenvolvimento avaliando o impacto gerado nos seus clientes. Entendeu? Não?! Calma! Em outros posts nós iremos ajudá-los a entender melhor sobre o mundo de desenvolvimento de software em Startups!

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Pensando em diversos assuntos que poderia abordar aqui resolvi começar do inicio: Requisitos!!!! Muitos sabem o que são, mas nem todos entendem sua importância, a grande maioria acha perda de tempo. Mas neste post vou tentar explicar um pouco sobre sua importância com o intuito de convencê-los de que não é perda de tempo.

Geralmente, quando começamos a desenvolver um software idealizamos como ele deveria ser de acordo com as nossas expectativas e logo começamos a desenvolvê-lo, mas será que fazer desta forma traz somente benefícios? Bom, vamos entender primeiro o que é um requisito de software: de forma prática não é nada mais nada menos do que entender as necessidades do cliente e traduzí-las para um sistema, ou seja, para o software.

Não vou entrar muito nos detalhes de como desenvolver um requisito, até porque com uma simples busca no google você consegue descobrir como começar a utilizá-los. Quero apenas convencê-los de sua importância e a diferença que ele poderá trazer para o seu produto final. Mas de qualquer forma aqui está um link que você pode acessar para obter mais detalhes: Engenharia de Requisitos. Neste link você vai encontrar uma explicação mais detalhada sobre Engenharia de Requisitos mostrando seus conceitos, como utilizá-los, etc. Mas lembre-se todo processo deve ser adequado para a sua empresa, então comece com um passo menor: entendendo o que são requisitos e a escrevê-los de uma forma que vá te ajudar, com o tempo vocês irão evoluindo para algo mais robusto que necessitará de um processo mais complexo.

Voltando a importância dos requisitos vocês devem estar pensando “legal, mas por quê devo utilizá-los?”. Como eu havia dito anteriormente os requisitos são a tradução das necessidades do cliente para a descrição de um sistema que você pode desenvolver. Desta forma, ao entendermos a necessidade dos nossos futuros e/ou atuais clientes as chances de acertar no produto final aumenta, evitando com que tenhamos que fazer um re-trabalho quando começarmos a interagir melhor com nossos clientes.

Quantas versões de software você já teve que desenvolver até conseguir atrair o maior número possível de pessoas interessadas? Este tempo gasto em re-trabalho poderia facilmente ser usado para elaboração de  uma funcionalidade nova para o seu sistema ou até uma nova ferramenta para atingir um público diferente.

É comum ao desenvolvermos um software não nos incluirmos no público alvo, em algumas situações isso realmente não acontece. A melhor abordagem para levantar requisitos de uma Startup é conversar primeiro com o seu público alvo! Porém nem sempre é fácil de fazê-lo, e muitas vezes o cliente para começar a conversar precisa ter algum protótipo para entender do que se trata. Para esses casos,  ao desenvolvermos alguma coisa nova podemos pensar: essa necessidade que observamos foi para suprir problemas que enfrentamos no dia-a-dia? Neste caso, que tal juntar todos envolvidos no desenvolvimento e fazer um brainstorming das funcionalidades que a ferramenta deverá ter? Começar a escrevê-las e depois detalhar para requisitos de sistema?

Agora você pode pensar “ah, eu faço isso de cabeça, não preciso escrever!”. O que eu posso te dizer é que escrever os requisitos irá te ajudar posteriormente no final do processo, onde alguém irá realizar testes com base nesses requisitos, afinal o papel dos testes é assegurar que o produto final terá qualidade o suficiente para seu cliente. Além disso, também irá te ajudar no gerenciamento conforme a sua empresa for crescendo e seu quadro de funcionários aumentar!

Se você acha que qualidade é apenas um software livre de bugs (o que não existe) e que com apenas alguns testes aleatórios conseguirei garantir 100% da qualidade do software desenvolvido, nos próximos posts falarei um pouco sobre o que é qualidade e o papel do time de testes e SQA dentro da engenharia de software. Mas já para dar uma introdução ao assunto você já pensou o que é qualidade para você? Quais produtos você considera bons e a razão de os preferir? Então pense e comente com outras pessoas, você perceberá que qualidade é algo muito mais subjetivo do que objetivo. E como medí-la? Tentarei dar dicas para poder te auxiliar, mas pode ter certeza que a dica de hoje é uma das mais importantes.

São muitos os desafios encontrados por empreendedores no momento de montar uma Startup, mas utilizando algumas técnicas de engenharia de software (calma, até Lean Startup é um processo :)) alguns desses desafios podem ser amenizados e o fluxo de trabalho ficar muito mais simples, prático e eficiente!

Lembrem-se sempre que até Metodologias Ágeis constituem num processo de desenvolvimento! E a forma que você irá incorporar as melhores práticas desses processos na sua Startup deve ser de acordo com suas necessidades! Algumas coisas podem não ter sentido nenhum em utilizá-las, porém outras são fundamentais para o sucesso do seu produto! E requisitos é uma dessas coisas essenciais para o desenvolvimento do seu projeto!


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