Inovar é preciso. Claro! E não seríamos doidos de dizer o contrário, afinal a inovação é a estratégia da saúde financeira e da própria sobrevivência principalmente no caso das startups. Mas será que toda inovação é mesmo necessária do ponto de vista do cliente? Será que o preço maior do seu produto ou serviço que é justificado pela inovação é mesmo um preço justo?

Há sempre o risco associado ao fato de NÃO inovar. Mas saiba que inovar por inovar também pode ser extremamente desvantajoso, além é claro de muito custoso…

 

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Há sempre o risco associado ao fato de NÃO inovar. Mas saiba que inovar por inovar também pode ser extremamente perigoso…

 

Inovar ou não inovar? Eis a questão…

 

O ideal é se antecipar e liderar as mudanças. No mínimo, as empresas precisam se adaptar e cultivar algum nível de inovação para não perderem espaço no mercado e não desaparecerem.

 

Já falamos aqui sobre a inovação disruptiva e todo empreendedor sabe de cor que as empresas não crescem somente quando reduzem custos ou mesmo quando baixam o preço e ganham na margem, mas sim pela sua capacidade de INOVAR. 

A questão, portanto, não é INOVAR ou NÃO INOVAR, mas sim QUANDO e COMO inovar. O consultor e palestrante Luiz Marins diz que o que não agrega valor agrega custo – e esse é um ponto crucial para as startups, já que estamos falando de um ambiente de extrema incerteza.

Mas, então, como saber quando e como inovar? Confira essas dicas!

 

5 dicas para sua startup não ERRAR na hora de inovar

 

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Inovação: 5 dicas para sua startup não ERRAR na hora de inovar

 

Embora não exista nenhuma regra para inovar, algumas dicas que até parecem ser meio óbvias podem ajudar a sua startup a não errar na hora de inovar, otimizando os recursos que, muitas vezes são muito mais escassos.

 

  1. Execute! Essa nem deveria ser uma dica dessa lista, mas vale a ressalva: ter ideias e inovar no papel é muito fácil. Mas é preciso colocar todas as ideias em prática. Toda inovação está atrelada a riscos, mas o maior deles ainda é o de não se arriscar. 
  2. Não se preocupe com dinheiro: comece pequeno, valide sua ideia e depois busque alternativas para expandi-la ou escalá-la. Na era da internet, inovar ficou muito mais rápido e barato.
  3. Esteja atento às tendências: desprezar as tendências é jogar fora o “mapa da mina” e novas oportunidades. Muitas “ditas” inovações falham justamente porque não levam em consideração o que futuro pode reservar. São soluções momentâneas, de curto prazo. Mas será que isso já não é tão previsível? Nem sempre. A inovação também pode vir da velocidade, ou seja, as chances podem ser as mesmas para todo mundo, mas ganhará certamente quem sair a frente e quem se lançar no timing certo.
  4. Pesquise muito: antes de sair por aí investindo tempo e dinheiro em algo que você não sabe se será aceito pelo mercado, pesquise quais soluções já existem para resolver o mesmo problema (e/ou se realmente resolvem aquilo a que se propõe e da forma como os consumidores realmente gostariam), qual o potencial do mercado (afinal, você não deve investir em algo que somente sua mãe compraria) ou seja, descubra se o mercado é suficientemente grande, quanto os consumidores pagariam, etc. Steve Blank diz que a inovação não é apenas implementar uma ideia criativa, mas sim procurar também uma forma de transformar algum aspecto da ideia em algo que os consumidores querem tanto, tanto que pagariam para ter.  Faz sentido, não faz?
  5. Falhe rapidamente e aprenda: sim! O processo de inovação também pode ser e é um importante processo de aprendizado. Seja flexível e permita que as ideias sejam abandonadas ou transformadas. Tente, tente novamente e tantas vezes forem preciso. Erre, erre novamente porque quando você erra, você aprende. Passe a ver os seus erros como uma forma de acumular informações e experiências de informação que poderá levá-lo a criar uma nova ideia – e não como fracasso.

 

Estamos na Era da individualização, da singularidade e da diferenciação e neste sentido toda inovação é bem-vinda! Mas, mais uma vez cuidado! Antes de mais nada é preciso que a inovação represente algum valor e para quem realmente interessa: o mercado!

Ah, e se você está precisando de inspiração ou ainda tem dúvidas sobre de onde vem as boas ideias, confira esse vídeo:

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