Adoro startups. Suas ideias inovadoras. Seus idealizadores com aquele brilho nos olhos por estar desenvolvendo algo único para eles. Adoro startups. Mas, as vezes sofro com elas…

Sofro quando participo de eventos da área e conheço projetos legais ao ponto de querer ter grana para investir no sonho e competência dessa galera, mas vejo que o projeto não para de pé. E não é pelo Canvas, Business Plan e afins. O projeto não para de pé porque nem ao menos possui uma apresentação convincente, uma naming tão inovador quanto a ideia ou mesmo um posicionamento claro.

Por quê? Elas estão apenas agindo com a razão, pensando em identificar e atender as necessidades das pessoas. Necessidades essas que as vezes as pessoas nem sabem que têm ainda.

E como resolver isso? COMUNICAÇÃO.

 

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A comunicação da sua startup é tão eficiente quanto seu produto ou serviço?

 

E não estou falando de ter que explicar para seus pais o que significa startup (missão quase impossível, convenhamos). Estou falando em como pegar sua startup com sua ideia inovadora e convencer algum investidor que além de ser viável, rentável e operacional, sua startup também é bem legal! E não para você, mas sim para seu público. De uma forma geral, ser uma ‘startup’ não muda a regra do jogo: toda empresa precisa investir em comunicação.

 

“Mas tem alguém na equipe que sabe fazer uma ‘logomarca'”. Não. Não faça isso.
“Mas já pensei em um nome, e é tipo bem legal”. Não. Não faça isso.

 

Nizan Guanaes, um dos dinossauros mais bem sucedidos da comunicação brasileira, tem uma frase perfeita para quem não pensa em comunicação “Existe empresas que sempre serão pequenas, pois pensam pequeno”. Mude “empresa” na frase por “startup” e veja se você não está fazendo isso desde já.

Pense que sua startup produz um produto/serviço que precisa ser consumido. E a inovação só será grandiosa se sua marca inspirar admiração e deslumbramento. Pois uma visão clara e sem ambiguidades faz com que seu consumidor, no simples fato de consumir seu produto/serviço, sinta-se parte de algo, de um grupo, criando pertencimento.

E como marcas evocam sentimentos com base na aparência, sensação e forma do que está sendo consumido, é imensamente importante unir essa reação emocional com um storytelling poderoso. A partir daí, o poder de evangelismo do produto/serviço, que é ir até novos consumidores e conquistá-los, será grandioso.

Se a sua startup tem a ideia mais inovadora do Brasil, porque não validar se ela não é a mais inovadora do mundo? E se for do mundo meu amigo, pode colocar no Facebook que é a mais inovadora do universo, pois até provarem que existe alguém na Via Láctea usando a mesma inovação, é isso que vai valer.

Esse é o poder da comunicação  ;-). 


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