Para atingir novos degraus em sua carreira, o desenvolvimento de habilidades como liderança, capacidade de trabalho em equipe e gerenciamento do tempo são essenciais. Se você aspira tornar-se um empreendedor ou um CEO de uma grande empresa, deve definir suas metas e trabalhar ativamente para tornar-se um líder forte.
Vou citar aqui alguns passos que, creio eu, podem ajudar você a começar no caminho para o sucesso:
Habilidades de Liderança incluem transformar o mal em bem, sempre analisar as coisas de forma positiva, ou seja, aprenda com seus fracassos: Grandes líderes aprendem com seus erros. Analisar o que deu errado em uma operação é uma forma testada e comprovada que ajuda a impedir que o erro ocorra no futuro. Não procure culpados, procure soluções.
Responsabilidade e aceitação: Líderes devem dar aos outros o devido crédito por sucessos e assumir a responsabilidade por suas próprias falhas e fracassos e pelos fracassos da sua equipe.
Líderes ajudam os outros a crescerem: O desenvolvimento de uma nova geração de líderes é essencial para o seu sucesso. Você não pode ser promovido se não há ninguém para tomar seu lugar. Por isso não tenha medo de delegar responsabilidades e ensinar seus sucessores. Abrir mão do controle é um sinal de um líder confiante e competente.
Mostre o caminho: Atingir os objetivos de negócio exige muito trabalho e colaboração.  Equipes inspiradas pintam uma imagem clara do sucesso para a empresa e também para cada colaborador. É preciso tempo e energia para aprender o que motiva cada pessoa, mas isso é o que os verdadeiros líderes fazem.
Respeito não se ganha com palavras, mas se conquista através de ações. Conseguir respeito é uma habilidade de liderança.
Seja confiável: Muitas pessoas têm problemas para confiar em outros colaboradores. Seja honesto e transparente e mantenha sempre sua palavra.
Seja autêntico: Se possível, tente ficar em contato com seu “eu” interior. Reconheça seus talentos e as suas deficiências. Este pode ser um caminho importante para a autenticidade. Quando você está ciente de seus pontos fortes e fracos, e quando você reconhece o que você não sabe, as pessoas estão mais propensas a oferecer ajuda. Não tenha medo de pedir ajuda aos seus colaboradores. Não tenha medo de dizer que não sabe. Admitir que não sabe é o primeiro passo para a aprendizagem. Se você achar que sabe tudo, nunca lhe ensinarão nada.
Os líderes são comunicadores eficazes: Não tenha medo de fazer perguntas, falar abertamente e honestamente, e elogiar quando for necessário.
Colabore: A maioria das empresas contam com equipes de pessoas que colaboram para um objetivo comum. Bons líderes não só fornecem orientação e apoio, mas estão dispostos a contribuir e ajudar. Sabem como extrair o melhor dos membros da equipe e fazê-los sentirem-se valorizados. Valorizar um colaborador é fazê-lo sentir-se parte do
sucesso da empresa e trabalhar ainda mais por esse sucesso.
Muitos grandes líderes tem um ar de confiança, tomam decisões rapidamente e não tem medo do risco. Se você está impedido pela dúvida ou sentimentos de inadequação, tome medidas para construir a sua confiança, o que pode trazer mais controle sobre sua carreira.
Atividades extracurriculares: Atividades externas podem ajudar a melhorar as relações de trabalho. Faz com que as pessoas vejam um ser humano real, ao contrário de uma figura de autoridade, e pode permitir que você realmente conheça e entenda seus colegas de trabalho.
Estude sempre: Um líder está constantemente aprendendo coisas novas e compartilhando seu conhecimento com seus colaboradores.
“A um chefe você obedece, um líder você segue, procura e admira”
– Mario Sergio Cortella
Recomendação de vídeo: “A arte de liderar”, do professor Mário Sérgio Cortella.
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Caro leitor, após uma ausência prolongada, retomo a escrita com uma reflexão sobre o mercado de trabalho em Tecnologia da Informação nestes tempos de incertezas.

Todos nós sabemos que o país enfrenta uma crise política e econômica sem precedentes. E, como em toda a crise, vem os assim chamados “cortes de custos” das empresas, colocando novamente no mercado de trabalho centenas de profissionais qualificados.

A competição por uma vaga de emprego torna-se, portanto, acirrada e a própria empresa acaba por ampliar o número de requisitos ou usar da criatividade para a realização de intermináveis entrevistas e processos seletivos cada vez mais complicados.

Nem sempre um processo trabalhoso e burocrático irá determinar o melhor candidato. Com a fartura de profissionais em busca de recolocação, existe uma perspectiva muito triste: Todos merecem uma chance, mas, a empresa só pode oferecer uma vaga. O que torna o processo de seleção frustrante e desanimador para todos os envolvidos.

Então, fica uma pergunta: Como selecionar o profissional ideal? Se a tendência de instabilidade política do país continuar, em pouco tempo, o número de desempregados saltará para os quinze milhões, agravando assim, um quadro já pintado em cores sombrias.

Neste cenário pessimista, o profissional acaba aceitando qualquer oferta de emprego, pois, obviamente, precisa trabalhar, pagar suas contas e cuidar de sua família. Alguns empresários, diante deste panorama, adotam a política do “mais por menos”: Oferecem um salário menor por um profissional altamente qualificado, que em outras circunstâncias, jamais aceitaria a oferta.

Para disputar uma vaga de emprego em Tecnologia da Informação, e também em outras áreas, o candidato precisa apresentar um leque de conhecimentos, que, muitas vezes se mostra surreal e se sujeitar a receber um salário muito abaixo do mercado. Resultado: A empresa acaba contratando um profissional insatisfeito que irá abandonar o cargo e, consequentemente, o projeto, na primeira oportunidade. E assim, a empresa tem que selecionar outro candidato, que provavelmente irá permanecer por pouco tempo também, criando-se um eterno processo seletivo.

Este é um exemplo onde “o barato sai caro”.  Como profissional de tecnologia, é importante saber quais são seus limites. Um salário muito abaixo do valor do mercado pode “salvar a situação momentaneamente”, porém, pode levar a meses de frustração em um emprego que você não se sente valorizado.

Anúncios de vagas com requisitos demais ou irreais, porém, com remuneração abaixo do mercado, pode acabar em atrasos e problemas de projeto para a empresa. Gerando projetos intermináveis, e um eterno processo de contratação, onde olha-se os custos diretos, como salários e benefícios, mas, não se percebe o escoamento financeiro do custo indireto, como atrasos e falhas de projetos.

É importante, que o candidato, dentro das suas possibilidades, fique atento as remunerações ofertadas pelo mercado e mantenha sua pretensão salarial dentro da realidade das suas qualificações e da sua capacidade. Por outro lado, o empregador, deve ter em mente que uma economia inicial pagando ao funcionário uma remuneração abaixo do mercado pode resultar em uma série de prejuízos futuros e incontáveis problemas.

Por exemplo, imagine uma vaga que procure um Desenvolvedor JAVA, com experiência, para atuar em um projeto na empresa. No anúncio da vaga, a empresa coloca uma série de requisitos: Desenvolvedor JAVA, mínimo de 2 anos de experiência, conhecimentos em J2ME, jQuery, ASP.NET, PHP. Graduação completa. Inglês é um diferencial. Salário: R$ 1.500,00 e benefícios.

Um profissional com este conjunto de conhecimentos, investiu muito dinheiro em sua formação e a empresa irá se beneficiar destes conhecimentos. Porém, a remuneração está muito abaixo do mercado. Qual perfil do candidato que a empresa espera contratar? Será que um desenvolvedor desta envergadura permanecerá muito tempo? Realmente vale a pena esta economia?

Uma boa relação entre empregado e empregador se constrói com confiança e seriedade. A equipe de trabalho forma a alma da empresa e toda crise passa. Um funcionário motivado e valorizado é mais produtivo e mais engajado com a empresa e dificilmente abandonará um projeto na primeira oportunidade.

Até a próxima.

Referências:

Artigo: Estes são os salários no Brasil para 8 áreas de TI – Revista Info Exame (Outubro/2016)
http://exame.abril.com.br/carreira/estes-sao-os-salarios-no-brasil-para-8-areas-de-ti/

Tabela de Salários da Revista Info Exame (26 de outubro de 2016) http://exame.abril.com.br/ferramentas/tabela-de-salarios/

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Se você tem um emprego formal e já pensou em empreender alguma vez na sua vida, provavelmente o seguinte pensamento já passou pela sua cabeça: “preciso de dinheiro para abrir meu negócio, mas, se largar meu emprego, como conseguirei dinheiro para alavancar meu negócio?”.

E aí, o que fazer?

Você faz as contas e sabe, lá no fundo, que se tivesse colocando a mesma energia que deveria por põe no seu emprego atual no seu próprio negócio, provavelmente estaria fazendo mais dinheiro do que faz agora. Além disso, começa a sonhar com você no comando, fazendo escolhas, trabalhando com o que gosta e, mesmo que não goste muito de lembrar daquela parte das tarefas que não são legais, mas são necessárias, tudo parece valer muito à pena. Até que…

… Você se lembra de que para empreender é preciso ter dinheiro! Em alguns casos um pouco é o suficiente, em outros preciso um alto investimento, mas, de qualquer forma, dinheiro é necessário.

O pessoal do Netflix não quer saber se você está empreendendo e precisa de um prazo maior para pagar sua assinatura mensal, se não pagar, bye bye seriados, seu serviço será interrompido. Assim como o consumo de todas as outras coisas que você precisa para viver, como alimentação e transporte, por exemplo. Então, se você não tem ninguém para bancar suas contas pessoais enquanto empreende, é preciso fazer ou continuar fazendo algo para que o dinheiro continue entrando e você consiga se manter (pelo menos com o mínimo necessário) até o seu negócio decolar.

Então se eu pudesse te dar um único conselho sobre o que fazer neste caso, se não tem uma quantia de dinheiro reservada para esta nova fase da sua vida é: não largue seu emprego.

Por que não?

Eu sei que quando se tem o sonho de empreender, a vontade é que tudo aconteça no menor tempo possível, mas, uma coisa é certa, nem tudo acontece no tempo que desejamos.

Digo por experiência própria. Há alguns anos eu larguei tudo para empreender, sem qualquer planejamento, sem qualquer reserva de dinheiro. Oito meses depois precisei procurar um emprego e, é claro, acabei ficando super frustrada. Tive que, literalmente, largar meu projeto pela metade e boa parte do trabalho que produzi durante o tempo que havia me dedicado apenas ao meu negócio, acabou indo por água abaixo.

Sim, esta é uma experiência pessoal, mas estou usando como exemplo para que você não caia na mesma cilada que eu. É claro que ninguém está livre de falhar, mas se puder aprender mais rápido a partir do conhecimento que eu adquiri com os meus erros e que estou compartilhando com você agora, melhor.

Já está claro que chutar o pau da barraca, largar tudo e começar empreender pode não ser o melhor caminho, pelo menos no começo. Mas a grande resposta que você pode estar procurando neste texto é “Como fazer então?”, estou certa?

Aqui vão algumas dicas do que funcionou para mim, para pessoas que conheço e que pode funcionar para você também empreender sem largar o emprego.

1. Saiba o quanto você precisa ganhar por mês para se manter

Você sabia que a maioria das pessoas não sabe exatamente quanto dinheiro precisam para se manter? Se você faz parte desse grupo, sugiro que coloque suas contas no papel agora mesmo. Comece pelos itens essenciais e calcule qual é o mínimo necessário para poder suprir suas necessidades básicas. Depois insira os supérfluos, sabendo que sua vida pode sofrer um ajuste quando começar a empreender.

2. Seja realista

Não se enganar é primordial neste processo. Reflita sobre o que você consegue fazer enquanto está empregado, quanto tempo tem disponível para se dedicar ao seu nevo negócio e se você, de fato, está disposto a trocar uma hora de lazer por mais trabalho, por exemplo. Além disso, tenha uma boa noção de quais compromissos relacionados à sua empresa você conseguirá cumprir. Por exemplo, se você trabalha em um escritório em horário comercial e a empresa não permite horários flexíveis, provavelmente terá dificuldades para marcar reunião durante o dia com seus futuros clientes. Neste caso, avalie se estas pessoas estão dispostas a te atender depois do horário, no horário do almoço e assim por diante.

A grande questão aqui é: Até onde está disposto a ir para ter seu próprio negócio?

3. Procure outras opções de renda

O ponto da virada para mim foi encontrar outra forma de ganhar uma quantia de dinheiro fixa mensalmente sem que precisasse trabalhar num escritório em período integral. Pouco tempo depois que fui contratada novamente, percebi que a minha vontade era mesmo empreender e que não conseguiria sobreviver por muito mais tempo trancada das 8h às 18h (ou mais, muito mais…) num escritório. Comecei a procurar outros tipos de trabalho que me permitissem trabalhar meio período, fazer home office (nem que fossem alguns dias na semana), conseguir alguns clientes fixos para oferecer consultoria na minha área de atuação e assim foi. Na época precisei mudar de emprego para outro no qual eu trabalharia 3X por semana no escritório, nos outros 2 dias eu só seria acionada em caso de emergência. E, nesses 2 dias eu aproveitava para acelerar o meu negócio.

4. Foque na sua ideia

Nesse ponto é preciso estar bem certo do que deseja para sua vida profissional. Ter várias ideias até que é fácil, a parte mais difícil é fazer com que elas saiam do papel e aconteçam. Levando em consideração que você tem um emprego e tem pouco tempo disponível para fazer todas as outras atividades, entre elas cuidar do seu novo negócio, é preciso que, no momento que escolher se dedicar a ele, você esteja completamente focado na sua ideia para executar suas atividades, ao invés de sempre mantê-las no campo do pensamento.

5.Ganhe novas conexões

Este pode ser um bom momento para construir conexões que você pode usar mais tarde no seu negócio (desde que você não esteja violando nenhum código de conduta, ok?). Conheça o maior número de pessoas possível, afinal de contas, você nunca sabe quando ou onde você vai encontrar um parceiro em potencial, fornecedor, cliente ou funcionário. Quanto maior o seu leque de contatos profissionais mais opções terá quando chegar a hora do seu negócio crescer.

6. Comece com pequenos passos

Não tente fazer tudo no seu negócio enquanto estiver trabalhando full-time e nem acelerar o processo. Planeje muito bem as suas ações e dê passos pequenos em direção ao seu objetivo final. Entenda que, por menor que for o passo dado, você já não estará mais no mesmo lugar.

Teste hipóteses. Experimente. Se suas atividades acabarem sendo muito intensas, pode acabar perdendo o controle e o seu negócio pode acabar tomando seu tempo além da conta. Empreender não significa deixar de fazer as coisas que gosta, como ficar com a sua família no almoço de domingo, muito menos as obrigações, como continuar dando resultados no seu emprego.

7. Vá com calma

Quando começamos a empreender, temos uma vontade louca de que tudo dê certo logo. No entanto, se não buscar controlar esta ânsia para acelerar o processo, pode colocar muita coisa em risco, inclusive seu emprego, fazendo com que caia novamente no ciclo inicial (“Preciso de dinheiro para abrir meu negócio, mas, se largar meu emprego, como conseguirei dinheiro para alavancar meu negócio?”). A questão aqui é refletirmos sobre limites. Se você se dedicar de mais a assuntos relacionados ao novo negócio, pode ser que o seu rendimento no trabalho caia, colocando em risco sua carreira. E perder o emprego neste estágio pode ser bem perigoso. Você não só estará lutando para que seu negócio decole, como também para ter dinheiro para viver e, acredite em mim, essas duas preocupações ao mesmo tempo não são nada agradáveis. Mesmo que seja muito capaz de superar obstáculos, pode ser que isto acabe te desmotivando ou fazendo com que pule etapas importantes no seu negócio.

Então, nada de desespero. Antes de tudo procure entender quais são suas necessidades e suas motivações. Lembre-se não existe tempo certo para começar um negócio, se estiver esperando o momento ideal, pode ser que ele nunca chegue e, por isso, às vezes melhor maneira é se atirar para alguma coisa, abraçar nossa ideia com vontade e fazer os ajustes necessários ao longo do caminho.

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A hora certa de largar o emprego para abrir uma empresa

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10% dos empreendedores conseguem construir uma empresa com mais de dez funcionários e apenas 1% dos negócios sustenta taxas de crescimento acima de 20% por 3 anos seguidos. (Fonte: IBGE)

E você sabe o que 1% dos empreendedores fez para alcançar o crescimento acelerado?

Buscou ajuda externa. Infelizmente, quase metade dos empreendedores brasileiros não procuram auxílio para resolver seus problemas, sendo que três, entre quatro deles estão ligados à falta de conhecimento.

No entanto, a falta de acesso às informações não deve ser usada como desculpa, ainda mais na era da Internet, onde temos quase todo tipo de recurso disponível, e com a existência de instituições especializadas que oferecem programas de incentivo aos empreendedores e potenciais empreendedores.

Mas só encontra ajuda quem corre atrás. Então, se você está aqui, já ganhou alguns pontos de vantagem! Como eu posso ajudá-lo? Aí vai uma lista de 5 diferentes organizações que oferecem apoio e conteúdo de qualidade aos empreendedores:

  • Sebrae

Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, que, há mais de 40 anos, atua com foco no fortalecimento do empreendedorismo e na aceleração do processo de formalização da economia. Além de programas, consultorias e cursos presenciais, o Sebrae possui uma plataforma de ensino a distância com mais de 29 cursos gratuitos.

www.sebrae.com.br

  • Endeavour

Organização líder no apoio de empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em 20 países e com 8 escritórios no Brasil. Disponibiliza vídeos, artigos e materiais para download gratuitamente e uma seção com diversos cursos online (pagos) em seu portal.

www.endeavor.org.br

  • Coursera

O Coursera é uma plataforma de ensino que realiza parcerias com as melhores universidades e instituições de ensino em todo o mundo para oferecer cursos on-line. Os cursos são abertos a todos e ainda há um programa de incentivo financeiro.

www.pt.coursera.org

  • Aceleradoras e Incubadoras

Quase toda grande cidade hoje possui uma ou mais entidades que apoiam startups com serviços de mentoria, espaço compartilhado, venture building, consultoria e investimento. Vale a pena buscar aquela que mais se adequa ao perfil do seu negócio.

  • Bancos

O banco é um dos principais interessados em fazer a sua empresa funcionar. Vários deles possuem programas para desenvolvimento de empreendedores e linhas de crédito específicas para diferentes tipos de negócio.

Você conhece outras organizações ou tem dúvidas como iniciar ou gerenciar um negócio? Compartilhe com a gente!

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A vida é muito curta para odiar o trabalho.

Um estudo americano apontou que pessoas que trabalham entre os 20 e 65 anos, 40 horas por semana, acabam gastando um total de 10 anos de 3 meses da sua vida no trabalho. Some as horas-extras, o tempo gasto no trânsito se deslocando para o trabalho e de volta para casa, o tempo se preparando para uma reunião importante e, pronto, você terá uma considerável quantia de horas destinada ao seu trabalho.

Quanta coisa muda em 10 anos, não é mesmo? Um dia você está sonhando em fazer 18 e 10 anos depois já está perto dos 30.

Muita gente tem o sonho de empreender, de viver daquilo que realmente gosta, colocar seus talentos em ação e ganhar dinheiro com isso. Vai dizer que você nunca pensou que faz tal coisa tão bem que poderia ser pago pra isso?

Porém não é todo mundo que tem coragem e quer se dedicar para ter seu próprio negócio. A maioria acaba se tornando escrava de um emprego que não ama e, sem sequer tentar, chega ao final da vida apenas com um sonho não realizado.

Isso quer dizer que o empreendedorismo vale à pena, apesar dos obstáculos, afinal, a vida é mesmo muito curta para desperdiçarmos 8 ou mais horas por dia em algo que não gostamos e que talvez nem pague tão bem assim.

Aqui estão 6 sinais de alerta de que é hora de largar o emprego para abrir uma empresa:

 

 1. Você não encontra propósito no que está fazendo

Todos nós gostamos de nos sentirmos partes de algo maior. Saber que o nosso trabalho está causando um impacto positivo na vida de outras pessoas nos faz sentir bem.

2. Você não se sente reconhecido

Não importa o quanto tenha se esforçado para terminar suas tarefas num prazo super apertado ou quão genial tenha sido sua ideia na última reunião, seus superiores e colegas não conseguem demonstrar gratidão pelo seu trabalho e muitas vezes pensam que você não está fazendo mais do que sua obrigação.

Sente que você poderia ser muito mais produtivo e útil fazendo outra coisa

Precisamos nos sentir úteis, não insubstituíveis, mas úteis. Sentir que nossas habilidades, nossos conhecimentos, dons e talentos estão sendo realmente utilizados para desempenhar as tarefas diárias.

3. Suas ideias não são valorizadas

Você parece ser a única pessoa com ideias inovadoras, que, na maior parte das vezes são deixadas de lado ou acabam sendo vistas com maus olhos pelo seu chefe. Neste caso, prefira aplicar suas ideias em outro lugar, talvez no seu próprio negócio!

4. Você não tem a menor vontade de ir trabalhar

Esta é a dura verdade. Você se sente deprimido no domingo à noite pensando na torturante semana que está para começar. É claro que todas as pessoas têm altos e baixos no emprego que são causados, na maioria das vezes, pelo estresse e sobrecarga, mas, se este período está se prolongando de mais, talvez seja melhor trilhar um outro caminho para sua carreira.

5. Seus hobbies são mais interessantes do que seu emprego

Você começa a perceber que tem muito mais dedicação com os seus hobbies de final de semana do que com seu próprio ofício e, de repente você percebe que aprendeu muito mais com eles do que aprendeu nos últimos 5 anos no seu emprego.

Você pode estar pensando que largar o emprego para empreender não é tão simples assim, as contas vão continuar chegando e se você tem uma família para cuidar, a responsabilidade pode ser ainda maior. O medo de arriscar muitas vezes é alto, mas, acredite, com planejamento e disciplina quase tudo que desejamos é possível alcançar.

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É possível ensinar alguém a ser empreendedor?

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Quando desejamos ser empreendedores, a expectativa de nos tornarmos nosso próprio patrão, aplicar esforços e investir em nosso próprio negócio é muito emocionante!

 

Se você está considerando se tornar um empreendedor, provavelmente já leu ou ouviu diversas histórias de empresas que se tornaram um grande sucesso da noite para o dia e até de outros empreendedores que finalmente se sentiram felizes e satisfeitos com o trabalho que estavam desempenhando em suas próprias empresas. Flexibilidade, motivação e desafio, para não citar outros, são verdadeiros elementos do empreendedorismo e que fazem toda batalha valer à pena! Mas é preciso lembrar que é pouco provável que você experimente o mesmo nível de sucesso e realização logo nas primeiras semanas ou meses da sua jornada empreendedora e que o “sucesso instantâneo” é, na verdade, resultado de um trabalho exaustivo, de tentativas e também de erros.

Então, a minha dica é para que comece a sua jornada empreendedora morando a expectativas. Leia as 7 verdades que ninguém nunca te contou sobre se tornar um empreendedor:

 

1.Você não vai ganhar dinheiro imediatamente

Nem sempre é preciso de muito dinheiro para iniciar um negócio. Dependendo do nicho, o investimento pode ser mínimo. No entanto, para a maioria das empresas, os primeiros anos de operação geram mais custos do que lucros e, como resultado, é possível que você não receba um salário durante vários meses. Por isso, é preciso se planejar com antecedência e, assim, poder contar com suas economias pessoais para suprir suas despesas básicas de vida.

 

2. Sua vida pessoal será impactada

Muitas vezes você precisará trabalhar por longas horas, em alguns casos em casa e até mesmo ficar de plantão durante a noite ou aos finais de semana para solucionar imprevistos relativos ao seu negócio. Também é possível que enfrente um período de estresse com a nova realidade financeira e poderá se distrair constantemente pensando nos assuntos da empresa. Isso significa que é preciso maturidade para lidar com os impactos desse novo cenário.

 

3. Você não fará somente coisas que ama

Como CEO da empresa você terá que desempenhar diversas funções ao mesmo tempo. Certamente você fará algo que realmente ama, mas em determinados momentos, também será o administrador, o técnico, o supervisor, o gerente de RH e o vendedor. Por mais que esteja animado para desempenhar todas estas funções, com o passar do tempo, isso poderá desgastá-lo e desanimá-lo.

 

4. Você vai ter que lidar com as suas emoções

Você passará por altos e baixos, é normal. Haverá momentos em que se sentirá feliz e motivado e outros em que se sentirá desanimado, frustrado e inseguro. Lembre-se que sua produtividade e sua tomada de decisão não devem ser influenciadas por suas emoções. Afinal de contas, você não deseja colocar o futuro da sua empresa em risco por conta de um período de estresse, certo? Por isso, considere investir no autodesenvolvimento e aprender a lidar de maneira inteligente com essas oscilações emocionais.

 

5. Nada irá acontecer da maneira que você pensa

O planejamento é muito importante para o sucesso do seu negócio. Mas não importa o quanto tenha detalhado os primeiros passos necessários para sua empresa ou o quanto tenha pesquisado o mercado, é impossível prever todas as coisas. Portanto, como empreendedor, você será obrigado a se adaptar e levar em consideração que, para obter sucesso, nem sempre poderá fazer as coisas do seu jeito.

 

6. Você terá que tomar decisões difíceis

Como dono da empresa, você será o principal responsável pela tomada de decisão e, durante todo seu mandato, você terá que tomar decisões difíceis, que muitas vezes envolverão alto nível de estresse. Você terá que mudar a direção da sua empresa. Você terá que se separar de sócios ou parceiros. Você terá que demitir pessoas.  Essas decisões nunca são fáceis, mas têm de ser tomadas e um empreendedor deve aprender a lidar com essa responsabilidade.

 

 7. Você irá falhar

É preciso lidar com o fato de que toda sua empresa pode falir. Mesmo que isso não aconteça, sempre haverá uma ou outra falha, grande ou pequena, que poderá impactar seus planos e comprometer sua visão para o negócio. A falha é inevitável e essencial, faz parte do empreendedorismo. Embora os empresários, mesmo os de primeira viagem, tenham consciência disso, raramente as falhas são aceitas com facilidade. O fracasso é um elemento presente e pode ser ainda mais assustador quando é você quem está no comando do negócio. No entanto, a habilidade de superar o fracasso e dar a volta por cima é o que separa aqueles que alcançaram o sucesso do restante.

 

Talvez estas verdades não pareçam muito animadoras, mas calma, meu jovem padawan, ao contrário do que você pode estar pensando, não estou tentando desencorajá-lo. Pelo contrário, o caminho do empreendedorismo é (e sempre deve ser) emocionante e extremamente recompensador para qualquer pessoa que o escolher. A minha intenção é ajudar você, parte de uma nova geração de empreendedores a se preparar para a realidade (às vezes dura) das empresas e, assim, compreender melhor os obstáculos que enfrentarão. Dessa maneira, estarão melhor preparados para a incrível e surpreendente jornada do empreendedorismo.

 

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