Especialistas ainda divergem sobre este assunto. O fato é que com motivação suficiente, qualquer pessoa é capaz de empreender.

 

Não há dúvida de que algumas técnicas possam ser ensinadas. Mas, quando o assunto são competências e comportamentos, o debate é maior. Especialistas da área possuem opiniões distintas sobre o assunto. Afinal, empreendedorismo se ensina?

Vamos começar do começo.

Algumas características são inatas aos empreendedores. É possível listar algumas características comuns aos empresários de sucesso:

  • Habilidade interpessoal
  • Criatividade
  • Facilidade para fazer escolhas em momentos difíceis
  • Iniciativa
  • Capacidade de planejamento

E estes são apenas alguns exemplos.

No entanto, também podemos nos lembrar com certa facilidade casos de “nerds”, considerados introvertidos, que se tornaram milionários com suas inovações tecnológicas.

Então, qual é a regra para se tornar empreendedor?

 

O que eu quero dizer é que não há uma regra que irá determinar se você pode ou não se tornar um empreendedor. Não há estudos acadêmicos que comprovem a existência de um perfil empreendedor único com atributos obrigatórios para o sucesso. Portanto, isso nos leva a acreditar que a ausência de alguma característica inata também não impede um indivíduo de ser um grande empreendedor.

Ao longo da vida adquirimos diversas competências e, de uma maneira geral, é possível dividi-las em dois grupos:

Competências técnicas: todo conhecimento profissional adquirido formalmente (cursos técnicos, curso superior, etc) ou informalmente (práticas diárias, leitura, vivência, etc).

Competências comportamentais:  são aquelas que fazem parte das habilidades sociais, isto é, como lidamos com as situações no dia-a-dia. Por exemplo, liderança, habilidades para tomada de decisão, visão holística, resiliência, etc.

Dependendo dos estímulos que um indivíduo teve ao longo da sua vida, pode ter tido mais ou menos oportunidades de formar  tais capacidades.  Algumas delas se desenvolvem melhor em determinadas etapas da vida, podendo começar inclusive na infância.

A boa notícia é que todas elas podem ser aprendidas e também aprimoradas, seja mapeando, desenvolvendo e até mesmo adquirindo novos conhecimentos, habilidades e comportamentos.

A inteligência é muito mais abrangente que os testes de QI podem medir.

 

E se algo como “estou velho para aprender coisas novas” esteja passando pela sua cabeça, livre-se disso agora mesmo! Afinal, qualquer pessoa, independente da idade, tem a mesma capacidade de aprendizado, no entanto, os adultos necessitam de verdadeira motivação para o aprendizado. Nesta fase, é necessário saber o porquê é preciso aprender algo, qual será a utilidade disso e como o novo conteúdo irá se relacionar com o seu cotidiano.

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Livros, palestras, cursos, programas de capacitação voltados ao empreendedorismo, programas que promovem o autoconhecimento e o autodesenvolvimento, por exemplo, podem ajudar o empresário a adquirir o conhecimento necessário, eliminar as dificuldades e ganhar confiança.

Veja o que Flávio Augusto, empresário brasileiro e escritor, idealizador do projeto Geração de Valor, escreveu sobre aprender a ser empreendedor:

“É possível aprender a empreender, a construir projetos de grande valor para a sociedade e, por consequência, ser financeiramente recompensado por isso.

Isso se aprende da mesma forma que, desde a revolução industrial, a escola continua ensinando seus alunos a serem empregados das fábricas.

Não é difícil. É uma questão de treinamento que inclui, além da técnica, o aprendizado sobre uma forma de pensar fora da caixa.

É isso que me mantém aqui há 4 anos.”

Veja mais em: www.geracaodevalor.com

Podemos considerar, portanto, que é possível ensinar o empreendedorismo e quanto mais cedo um indivíduo for estimulado, melhor. Mesmo que, ao longo da sua jornada empreendedora, não consiga desenvolver uma determinada competência empreendedora considerada inata, tudo bem, pois sempre é possível compensá-la com alguma outra característica, basta disposição para assumir riscos e praticar a persistência, além de buscar incentivo e apoio necessários para começar a dar os primeiros passos.

E você, o que pensa sobre aprender a empreender? Compartilhe com a gente a sua opinião!


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